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terça-feira, 26 de maio de 2015

Turismo ecológico (grupo 3)



Alba Díaz 
Cristina Piñón 

Hoje no blog vamos tratar um tema muito pouco conhecido por muita gente: o turismo ecológico. Este turismo não é tão promovido como o turismo de massas que faz deslocar cada ano milhões de pessoas à volta do mundo. Este tipo de turismo é dirigido às pessoas que gostam do meio ambiente, que desfrutam da calma, do contato com a natureza e das atividades ecológicas e rurais. 
E vocês perguntar-se-ão: “O que é que fazem as pessoas quando fazem turismo ecológico?” Bom, estas pessoas normalmente estão muito consciencializadas de que há que cuidar do planeta, porque só há um, e tudo o que fazemos se repercute no seu estado, pelo que se preocupam em não o contaminar com lixo e ajudam a melhorá-lo para as gerações futuras. Esta mentalidade é a razão principal para fazerem turismo ecológico, no qual podem brincar com a terra, fazer hortas orgânicas, cultivar plantas e árvores autóctones, aprender a fazer reciclagem ou divertir-se com gincanas ecológicas, além de realizar rotas a pé, montar a cavalo ou andar de bicicleta. 
Uma das coisas mais imprescindíveis é saber que estamos a cuidar da natureza e de todas as coisas maravilhosas que ela tem. Em consequência, é importante saber as propriedades dos produtos ecológicos, como os adubos naturais, que são muito mais respeitosos tanto para a natureza como para a nossa própria saúde, já que evitamos utilizar produtos químicos. Também colaboramos com a luta contra as imensas quantidades de plástico que geramos dia a dia e que tanto mal fazem. Estas ações ajudam a criar um ambiente muito melhor para todos. 
Este turismo é apto e recomendável para todo o mundo, até para os pequenos da casa. As crianças também se podem consciencializar com o cuidado do planeta fazendo o que mais gostam: brincar. Podemos mostrar-lhes como é que podemos colaborar separando o plástico, o papelão e o vidro em diferentes lixeiras; como aproveitar o cartão do papel higiénico ou as garrafas para construir castelos e camiões como brinquedos. Não é necessário que sejam ativistas, mas sim que tomem consciência das coisas naturais e dos animais. O melhor que podemos fazer é dar o exemplo, porque as crianças quando são pequenas costumam repetir as ações dos adultos. 
Agora, o que vocês se estarão a perguntar é: "O que temos de fazer para desfrutar deste tipo de turismo?" Bem, corram a uma agência de viagens e perguntem pelo turismo ecológico. Há um monte de lugares e de certeza que algum deles se encontra muito perto da sua casa. Divirtam-se sem estragar o planeta, aprendam coisas novas e sintam-se melhores pessoas. 

Podem clicar nas seguintes ligações para ler mais informação sobre ecoturismo:


Ecoturismo



Por:
Ares Cuba, Gabriel
Cambeiro Vázquez, Sara

Segundo a EMBRATUR (Instituto Brasileiro de Turismo) o ecoturismo é um «segmento de atividade turística que utiliza, de forma sustentável, o património natural e cultural, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista através da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações envolvidas». É o segmento turístico que mais cresce no mundo. O turismo convencional cresce 10% ao ano, enquanto que o turismo ecológico cresce entre 15% e 20%.
Apesar de que o trânsito de pessoas e veículos possa ser agressivo para o meio ambiente, os defensores da sua prática argumentam que este tipo de turismo contribui para a preservação da natureza e é uma proposta educacional muito efetiva.
Para que uma atividade se considere uma atividade de ecoturismo, deve garantir, em primeiro lugar, a conservação dos recursos naturais e culturaise,  em segundo lugar, a educação ambiental. Por último, deve gerar benefícios para as comunidades recetoras. Os defensores deste tipo de atividades promovem-as como uma forma de praticar turismo em pequena escala, uma prática mais ativa e intensa do que outras formas de turismo; uma modalidade de turismo na qual a oferta de uma infra-estrutura de apoio sofisticada é um dado menos relevante; uma prática de pessoas esclarecidas e bem-educadas, conscientes de questões relacionadas à ecologia e ao desenvolvimento sustentável, em busca do aprofundamento de conhecimentos e vivências sobre os temas de meio ambiente; e, finalmente, uma prática menos espoliativa e agressiva da cultura e meio ambiente locais do que formas tradicionais de turismo. 
Na Galiza há muitas opções de ecoturismo, mas o maior ponto de ecoturismo que se pode achar de maneira não muito complicada é o Parque Natural das Fragas do Eume, situado no norte da comunidade.



O Parque Natural das Fragas do Eume é um dos bosques atlânticos melhor conservados da Europa. Dentro dos seus 9 000 hectares de extensão vivem menos de 500 pessoas, o que dá uma ideia do estado virgem destes bosques, que seguem o curso do rio Eume. O parque tem  forma de triângulo, cujos vértices e fronteiras são As Pontes de García Rodríguez, Pontedeume e Monfero.



A melhor forma de conhecer o parque é caminhando. Entre a sua vegetação pode-se achar carvalhos, choupos, freixos, amieiros, mais de 20 espécies de fetos e 200 de líquenes. Por vezes, a flora é tão espessa que não deixa passar a luz. Porém, este bosque sombrio e secreto oculta águas, fontes e fervenças. Aqui não há verde, aqui há paisagens de mil verdes. E escondido no coração do bosque está o Mosteiro de Caaveiro, um antigo cenóbio com mais de dez séculos de história e umas vistas espetaculares desta fraga mágica.

Bibliografia:
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecoturismo
- http://www.turgalicia.es/parque-natural-fragas-do-eume-presentacion?langId=es_ES

 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Explorando a natureza: turismo sustentável

Viajar nunca antes fora tão fácil e barato. Hoje em dia, pode-se mesmo encontrar ofertas de voos para grandes capitais mundiais por só dez euros, quando há uns anos isto era inimaginável. Além disso, a internet oferece uma ampla variedade de opções para todos os gostos. Também há muita informação sobre todos os países e culturas, pelo que errar na escolha do destino já não é tão fácil como antes. Embora esteja na moda visitar para o estrangeiro, eu acho que a melhor maneira de viajar é começando pela própria região e, logo depois de a ter conhecido um pouco melhor, saltar ao estrangeiro se você quiser mais aventura.


O Caminho de Santiago é uma excelente opção para aqueles que têm tempo e desejam fazer uma viajem longa com tranquilidade, para ver muitos sítios. Pode-se ir a pé ou de bicicleta. Uma rede de albergues ao longo do caminho oferece ao peregrino a possibilidade de se hospedar durante todo o trajeto quase sem gastar dinheiro. Acho que é uma boa maneira de relaxar e desfrutar duma paisagem pitoresca. O contacto com a natureza pode curar as doenças da alma, o estresse do trabalho. Além disso, o exercício também ajuda a melhorar a saúde. Além disso, rematar uma viagem tão longa e custosa não só dá ao caminhante a sensação de liberdade e uma boa recordação para a posteridade, mas também lhe dá mais força de espírito, para assim poder enfrentar o dia-a-dia com maior firmeza e melhor temperamento. E se não se terminar o percurso, sempre se pode aprender algo com a experiência, como o Paulo Coelho, que se fez escritor depois de ter apanhado o autocarro para Santiago em O Cebreiro, tendo decidido depois pôr fim ao seu caminho.


Para aqueles jovens que gostam de ficar num lugar e desfrutar dele, a melhor opção são os acampamentos. Um carro (ou bilhete de autocarro), uma mochila carregada de coisas e uma tenda são as únicas coisas que se precisam para fazer uma viagem assim. Se gosta de ir à praia pelo verão e conhecer gente, as Rias Baixas são um destino ótimo. Com mais parques de campismo do que no resto da Galiza, este enclave oferece a possibilidade de desfrutar da natureza e do mar, sem perder a oportunidade de visitar a zona urbana  para tomar umas cervejas nalgum terraço ou ir à discoteca à noite.


Outra opção semelhante para aqueles que gostam de lugares mais naturais, longe de grandes infra-estruturas, é a de partir de qualquer lugar sem bagagem, de bicicleta ou a pé, e levando consigo uma barraca e comida. A região costeira do norte da Galiza está menos explorada turisticamente do que a região sul, e possui praias tão bonitas, como as do concelho de Ponteceso ou Carinho, que apenas recebem visitas de turistas pelo verão. E para aqueles que não gostem tanto do mar, o interior está cheio de aldeias, montes e rios que farão as suas delícias.
Se o que você tem pensado é viajar ao estrangeiro sem gastar muito em alojamento, há pessoas que lhe abrem as portas de suas casas a viajantes sem exigir nada em troca. Na página web coachsurfing.com você pode contactar com pessoas de todo o mundo para solicitar alojamento. Há mesmo uma página web parecida, na qual proprietários de países de todo o mundo se oferecem para arrendar o seu jardim por um preço muito baixo. Também há a possibilidade de viajar ao estrangeiro e ficar em enclaves naturais sem ter que pagar. O mais recomendável são as granjas orgânicas. A página web wwoof.net possui uma listagem de granjas orgânicas onde você se pode alojar e alimentar gratuitamente. Em troca da hospedagem e da comida, você deverá trabalhar durante umas horas por dia nas fazendas, que dependerão das exigências de cada dono.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Turismo ecológico (Grupo 4)

Neste artigo vamos escrever sobre o turismo ecológico em Portugal. Para isso, vamos centrar-nos no ecoturismo. O ecoturismo considera o turismo um fator de desenvolvimento económico e também social. O seu principal objetivo é promover a relação entre uma agricultura sustentável e um turismo solidário, assim como fomentar projetos e iniciativas para lutar em contra da desertificação em zonas rurais. Portugal tem cinco regiões turísticas. Importa nomear, desde já, no norte de Portugal, Trás-os-Montes, onde a paisagem é dominada pelo granito, entre as serras de Alvão e de Padrela.


Também no norte do país, é de visita obrigatória a estância termal de Pedras Salgadas, muito conhecida porque lá iam veranear muitos reis de Portugal. Na parte mais meridional, à direita do rio Douro, encontra-se Miranda do Douro, onde se fala a segunda língua oficial de Portugal: o mirandês. Também é uma visita obrigatória se estão pensando em fazer ecoturismo em Portugal pelas suas fantásticas paisagens, flora e fauna.  


No oeste do Portugal fica a região de Lisboa, a capital do país, onde há uma das maiores regiões vitivinícolas de Portugal. Aliás, a o artesanato é também muito interessante ao falarmos do ecoturismo em Portugal, e neste caso em Lisboa. Nele destaca-se a cerâmica de Rafael Bordalo Pinheiro e os encaixes de Peniche. Neste região está também a vila de Sintra, que foi declarada Património da Humanidade em 1995, dado muito importante para a economia e a cultura de um país. Está situada a 600 metros sobre o nível do mar.


A norte do Alentejo situa-se a vila de Castelo de Vide, concretamente na metade da ladeira da serra de São Mamede, conhecida como “Sintra do Alentejo” pela sua fantástica vegetação.


É importante referir que desde o cimo da serra de São Mamede, que tem aproximadamente 1025 metros de altura, podem ver-se, ao norte, a Serra da Estrela e, ao este, a Extremadura. Outra região importante onde se pode desfrutar do ecoturismo é o Algarve. Aqui encontra-se o município de Aljezur, muito tranquilo e preservado, para além das fantásticas praias.


Como conclusão, gostaríamos simplesmente de apontar que o turismo ecológico é uma boa alternativa para a gente que está cansada de viver na cidade durante todo o ano e está à procura dum sítio tranquilo e calmo onde possa passar uns dias em contato com a natureza. Isto é o que espera encontrar a pessoa que escolhe esta maneira de desfrutar o seu período de férias: a tranquilidade dum sítio mais calmo, limpo e respeitoso com o meio ambiente, e não um sítio com o barulho que, por exemplo, pode oferecer a estadia num hotel urbano de duas ou três estrelas. 

Bibliografia: 
- Interessante página web se estão pensando em fazer turismo ecológico em Portugal: <http://es.orbitur.pt/>.
- Para mais informação sobre turismo ecológico podem pesquisar nesta página web (está em espanhol). URL: < http://www.ecotur.es/ecoturismo-agroturismo-turismo-ecologico-y-responsable-portugal/menu/ecotur-portugal_3354_1_ap.html>.
- Cintra, L. / Cunha, C. (1984): Nova Gramática do Português Contemporâneo (Lisboa: Sá da Costa).
- Conjuga-me: Conjugação de verbos regulares e irregulares, [em linha] disponível em URL: < http://www.conjuga-me.net/>.
- Dicionário Priberam, [em linha] disponível em URL: http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx>.
- Página web, URL: < http://es.wikipedia.org/wiki/Algarve>. (Consultada a 6 de abril de 2015).
- Página web, URL:
<hhttp://es.wikipedia.org/wiki/Lisboattp://es.wikipedia.org/wiki/Turismo_ecol%C3%B3gico>. (Consultada a 6 de abril de 2015).
- Página web, URL: <http://es.wikipedia.org/wiki/Alentejo>. (Consultada a 13 de abril de 2015).