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quinta-feira, 19 de maio de 2016

A importância de aprender português

Aprender uma língua é sempre benéfico para diversos aspetos da tua vida. No caso do português, estas são algumas das razões pelas quais deverias escolher esta língua como L2. 

O português é a língua oficial de oito países do mundo, entre os quais encontramos o Brasil, Moçambique, Portugal, Angola e Guiné Bissau, isto é, o português está espalhado pelos quatro continentes e estima-se que quase 250 milhões de pessoas o falam. 

Focando benefícios a nível académico e laboral, o português é usado em conferências, negócios internacionais, comércio... Pode inclusivamente ajudar a obter uma promoção devido a que o conhecimento de outros idiomas facilita a comunicação com clientes estrangeiros na sua língua materna, e se tiveramos em conta que és o único capaz de falar essa língua, serás mais indispensável. O domínio doutras línguas facilita as possibilidades de viajas, já que és mais competitivo e também e possível que recebas um aumento de salário. 

O mais importante não é só o relacionado com o trabalho, mas os benéficos pessoais que traz consigo: a satisfação de poder viajar ao estrangeiro e conhecer a cultura, costumes e tradições dum país sem necessidade da ajuda dum guia ou tradutor; a aproximação com os países vizinhos quanto à diplomacia e à cultura e, o mais interessante, a independência e confiança que ganharás quanto à comunicação com estrangeiros. 

Outro aspeto a ter em conta são as viagens e os hobbies. Se vais de viagem a um lugar onde falem uma língua diferente da tua mas que conheces, a experiência será mais enriquecedora, além de poderes ser mais amável com os habitantes. Se te apaixonam a cozinha e a música, poderás desfrutar de receitas únicas doutros países e de diferentes culturas musicais como por exemplo a ópera; divertindo-te ao mesmo tempo que praticas o idioma.

Fonte: pinterest.com

Quanto aos benefícios académicos, a tua mente estará motivada a pensar de distintas maneiras e a obter uma melhor comunicação ajudando a resolver os problemas de modo mais rápido e flexível. Para além disso, as tuas capacidades aumentarão ao mesmo tempo que também o farão as tuas qualificações e incrementarão as possibilidades de obter uma bolsa Erasmus ou Bilateral em países de fala portuguesa. 

Também há outros benefícios como apreciar a arte de modo diferente, falar um novo código, poder ver notícias doutro país e analisá-las de outra perspetiva. Uma vez tendo aprendido uma segunda língua, será muito mais fácil aprender outras. Neste caso, o português é de origem latina por conseguinte, ajudará a aprender outras línguas com a mesma raiz. 

Para finalizar, consideramos, desde um ponto de vista filológico, que a aprendizagem duma língua é a base da educação, trabalho, e vida social de todo indivíduo.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A EMIGRAÇÃO EN PORTUGAL

Neste artigo falaremos sobre a migração em Potugal e a perda de população por diferentes fatores ao longo da história. A perda de colónias ou a guerra são alguns dos fatores de que falaremos.

Portugal é um país moderno, com uma população em rápido envelhecimento, igual a outros países europeus. Sua população é de 11 400 000, dividida em 20% menores de 15 anos, 60% entre 15 e 65 anos, e 20% com mais de 65 anos.

A maioria da população vive na costa e regiões do norte como Lisboa e Porto são as áreas mais povoadas do país. Isto acontece porque em meados do século XX a industrialização em Portugal gerou o abandono progressivo do campo, especialmente perto da fronteira com Espanha, trazendo a população para as cidades como as mencionadas acima. Estas cidades hoje, juntamente com outras, como Braga, Setúbal e Algarve, são fortes centros industriais e áreas turísticas.

Quanto à migração, Portugal é famosa pelo seu passado e pelas suas colónias ultramarinas. O colonialismo português durou até meados do século XX, com uma população de cerca de dois milhões de pessoas a viver fora do próprio país. É importante mencionar aqui o grande papel do Brasil, país de acolhimento de  uma grande parte da população. Na época da Segunda Guerra Mundial é também notável o número de português que se mudam para países como a França e a Alemanha. Estes emigrantes enviaram depois dinheiro para o país de origem, e isto foi um fator importante para Portugal. Esta migração foi muito importante para o país, já que a população de Portugal diminuiu. Esta situação mudou com o advento da democracia e a perda das colónias, gerando um aumento significativo na população portuguesa.

Em Portugal vivem atualmente perto de 450.000 imigrantes, cerca de 5% da população. Estes imigrantes vieram, em grande parte, das ex-colônias de Portugal. Depois que o país entra na União Europeia em 1986, o número de imigrantes continua a aumentar. Esta população imigrante concentra-se principalmente em áreas costeiras e nas grandes cidades.


sexta-feira, 15 de maio de 2015

Hábitos e modos de vida da juventude

"Ao encorajar as pessoas a conectar mais aparelhos, o que vai acontecer ao antigo contacto humano  de cara a cara?"
"Encontrei uma aplicação para isso ontem..."

Os hábitos de vida mudaram consideravelmente nos últimos tempos por causa da globalização e das mudanças que ela acarreta consigo. O século XXI veio carregado de novidades muito práticas para alguns, mas desconcertantes e desumanizadoras para outros. É que nem toda a gente está a favor de mudar os seus costumes por outros tão questionáveis como os costumes modernos, que parecem ser uma ajuda ao princípio, mas logo depois se convertem numa necessidade que pouco a pouco vai afastando a qualquer pessoa daquilo que de verdade importa na vida.
Uma maneira de perceber com claridade esta mudança que veio a acontecer nas últimas décadas é olhando as diferenças que há entre as pessoas mais velhas e os jovens. Hoje, poder-se-ia dizer que existe uma barreira quase intransitável entre avós e netos: nem um ancião compreende muito bem o que o seu neto faz, nem o rapaz ou rapariga sabe porque é que os seus avós falam dessa maneira. A principal causa disto é a diferença de valores, que é prova da enorme diferença que há entre a actualidade e a época que lhes tocou viver. Antes, os avós tinham que trabalhar desde de manhã até à noite para sustentar a família inteira, com menos recursos e muitas mais dificuldades. Não havia uma saúde tão boa, nem uma oferta de trabalho tão grande, nem era tão fácil obter as coisas necessárias para o dia-a-dia. Tampouco havia infra-estruturas de transporte tão desenvoltas, e só umas poucas pessoas tinham a possibilidade de estudar. 
Parece que agora vivemos muito mais seguros, com mais comodidades e o tempo livre é maior do que antigamente. O certo é que a segunda metade do século XX estabeleceu mudanças muito positivas para a melhoria das condições de vida da gente, por comparação com aquelas tão difíceis de antigamente. Mas o desenvolvimento acelerado das novas tecnologias que surgiram nos finais do século XX e começos do século XXI veio acentuar de uma maneira negativa esta diferença natural existente entre pessoas de diferentes gerações. Fenómenos como as redes sociais ou o whatsapp mudaram as relações entre pessoas até ao ponto de separar jovens de anciãos dentro de cada nação como se pertencessem a culturas diferentes, com diferentes línguas. 
Estas modernidades, embora sejam coisa da juventude, não resultam estranhas apenas aos olhos das pessoas mais velhas. Às vezes, são os próprios jovens que se surpreendem quando dão com uma nova invenção, criada para  uso recreativo ou para fazer a vida mais fácil do que já é. Isto é um sinal claro de que as tecnologias estão a ocupar mais espaço do que elas deveriam na vida das pessoas. Mas, quantos são aqueles que se sentem atraídos pela novidade e quantos são os que as desprezam? Que percentagem da juventude se limita a fazer uso de todos estes aparelhos sem refletir e quantos são aqueles que questionam o seu valor material e moral?
Acho que poucos são os que rejeitam por completo o uso destas tecnologias em comparação com aqueles que as usam sem pensar que talvez sejam vítimas delas e da sua desumanização. E não há muita gente que pense antes de comprar se vale a pena gastar dinheiro em aparelhos que custam mais do que manter uma família por meses para logo ficarem estes em desuso ou perderem o seu valor em muito pouco tempo. O tempo também deve ser considerado: às vezes ganhamos tempo, como quando escrevemos um trabalho no computador, para depois perder muito mais nas redes sociais. Há que apreender a dar o valor que cada coisa merece e isso pode-se conseguir refletindo e prestando alguma atenção aos conselhos dos anciãos. Eles sabem melhor do que nós o que em verdade é necessário e o que não o é, e que piores tempos podem voltar.
Thoreau, na sua obra intitulada Walden, falava das necessidades do ser humano e de como estas mudaram com o passar do tempo. Para explicá-lo mencionava uma história do naturalista Darwin, o qual contava que "em sua equipe os homens bem vestidos sentiam frio sentados junto a uma fogueira, enquanto os selvagens da Terra do Fogo que se encontravam nus à distância, para surpresa geral, "suavam em bica padecendo tal churrasco". A seguir, o escritor norte-americano fazia a seguinte reflexão: "será impossível combinar a resistência física dos selvagens com a intelectualidade dos civilizados?"

terça-feira, 10 de março de 2015

A gastronomia portuguesa



Neste artigo vamos escrever sobre gastronomia portuguesa e algumas receitas típicas de Portugal. A gastronomia portuguesa pode enquadrar-se na cozinha mediterrânea, que tem como alimentos básicos o pão, o vinho e o azeite. Aliás, a gastronomia portuguesa recebe influências das ex-colónias portuguesas de Ásia, África e do Brasil, nomeadamente no uso das especiarias, como a pimenta e a canela.

Em primeiro lugar, o pão é um alimento muito básico na cozinha portuguesa. Normalmente é feito com milho e não somente com farinha de trigo. O pão faz parte de receitas típicas portuguesas como o “torricado” e as “migas à alentejana”. Os pães mais conhecidos possivelmente sejam a fogaça e as “caralhotas” de Almeirim. Além disto, no norte de Portugal costuma falar-se das bolas, que são pães recheados de carne picada. O azeite é também um alimento essencial na gastronomia portuguesa. Normalmente o seu uso é destinado a assar carne e peixe, mas também é utilizado em saladas. Atualmente, em Portugal há seis denominações de origem protegida de azeite. Quanto aos vinhos, destacam-se os vinhos verdes do norte, o vinho do Porto, feito na região demarcada do Douro, e o Moscatel de Setúbal, procedente da região de Setúbal, que cobre também parte de Sesimbra.



Por outro lado, os pratos mais típicos de Portugal são o cozido à portuguesa, a feijoada, as migas à alentejana e o bacalhau, prato que se pode preparar de muitas maneiras. O cozido à portuguesa prepara-se com diferentes vegetais e legumes cozidos (feijões, batatas, cenouras) e com algumas carnes, geralmente de vaca ou porco (entrecosto), mas também pode fazer-se com frango. Quanto à feijoada, prepara-se com feijões e carne de porco, normalmente salgada. Este prato costuma acompanhar-se com arroz e laranjas. As “migas à alentejana”, como bem diz o seu nome, é um prato típico do Alentejo, uma região situada no centro-sul de Portugal. O ingrediente principal neste prato é o pão, mas também pode preparar-se com carne de porco salgada, toucinho e alho. Finalmente, o bacalhau, como já dissemos anteriormente neste artigo, pode ser cozinhado de diversas maneiras: “bacalhau à Brás”, “pataniscas de bacalhau”, etc.



Em conclusão, importa dizer que a gastronomia portuguesa encontra-se dentro da dieta mediterrânea pela situação geográfica de Portugal e as tradições que costumam acompanhar os países do sul de Europa, isto é, um mimo especial e uma maneira diferente de tratar a comida relacionada com a cultura. Esta cultura gastronómica é distinta de outras, por exemplo, a dos países nórdicos, já que no Mediterrâneo se podem encontrar propostas não só gastronómicas, mas também turísticas.

Se forem bons garfos como nós, podem pesquisar nesta página e encontrarão um monte de receitas portuguesas.


Bibliografia:
Cintra, L. / Cunha, C. (1984): Nova Gramática do Português Contemporâneo (Lisboa: Sá da Costa).
Dicionário Priberam, [em linha] URL: < http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx>.
Conjuga-me: conjugação de verbos regulares e irregulares, [em linha] URL: < http://www.conjuga-me.net/>.
“Receitas e Menús. net” URL: <http://www.receitasemenus.net> (consultada a 27 de fevereiro de 2015).