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terça-feira, 26 de maio de 2015

Profissões inovadoras


"Não desperdice o tempo pois é o material de que é feita a vida".  
Benjamin Franklin 

Por:
Gabriel Ares Cuba 
Sara Cambeiro Vázquez 

“Todas as coisas nos são alheias; apenas o tempo é nosso”, dizia Séneca. O que queria dizer com isto é que a única coisa que nos pertence é o tempo pois nós não podemos manejar mais nada. Segundo Benjamin Franklin, “o tempo é ouro”, o que quer dizer que o tempo é tão valioso como o prezado metal.
As citações mencionadas têm relevância para a profissão de corretor do tempo pois esta baseia a sua mecânica no tempo do que cada pessoa dispõe. Esta profissão já está a desenvolver-se em certos lugares e constitui, para muitas pessoas, uma forma diferente de viver. Muita gente já não se sente satisfeita com o sistema capitalista onde o dinheiro possui o podium das suas vidas.
O modo de vida rápido ao qual as pessoas estão conectadas faz com que elas percam muitas oportunidades de serem felizes. Ter um bom trabalho e ganhar dinheiro são, muitas vezes, os nossos principais interesses, mas o tempo que se gasta para obter estes interesses não volta. O tempo é fugaz. É por isso que esta nova profissão traz esperanças para aquelas pessoas que já não querem perder o tempo sendo infelizes.
A profissão da qual se escreve aqui tem como objetivo a troca do tempo das pessoas, dando-lhe um valor, dependendo do momento e do lugar. É um conceito muito similar ao corretor da bolsa. A vantagem deste modo de ver a vida é que as pessoas já não precisam de ter dinheiro para adquirir bens e serviços.
Porém, nem tudo é tão bom como parece. Esta profissão inovadora também traz problemas, pois o tempo acaba por converter-se em dinheiro, e é o tempo que começa a ser uma moeda de troca. Estaríamos, pois, a transformar o tempo em algo material, o que pode ser prejudicial para nós se  tivermos em consideração o que dizíamos no começo do texto. Se eliminarmos o dinheiro das nossas vidas, mas introduzimos a troca de tempo, corremos o risco de cair num sistema parecido com o)capitalismo.
Além disto, é muito importante ter em consideração que nem toda a população pode dispor do tempo em qualquer situação.  Isto deve-se a que o sistema económico em que vivemos nos obriga a estarmos constantemente disponíveis. Por esse motivo, não consideramos esta profissão tão positiva como parece. Para nós, não é uma solução nem a curto prazo nem a longo prazo.

Procura trabalho na União Europeia?


Por: 
 Ares Cuba, Gabriel 
Cambeiro Vázquez, Sara 

Procura trabalho na União Europeia? Se é assim, pode ir trabalhar por um período curto noutro país da União Europeia (inferior a dois anos) e continuar coberto pelo sistema de segurança social do seu país de origem. Nesse caso, é considerado um trabalhador destacado. Não importa se é você trabalhador por conta de outrem ou se é você trabalhador por conta própria. 
Não necessita de ter uma autorização de trabalho, a não ser que seja destacado da Croácia para a Áustria ou a Alemanha, onde ainda há restrições em determinados setores. Em muitos casos, não precisa do reconhecimento das suas qualificações profissionais, mas noutros casos é preciso apresentar uma declaração escrita. Continuará a fazer descontos no seu país de origem e continuará coberto pela segurança social do seu país de origem. 
Porém, isto não significa que não deve seguir as normas nacionais do país de acolhimento. Quer dizer que poderá ter que pagar por serviços que no seu país de origem são de graça. Se deseja continuar com a cobertura de segurança social do seu país de origem, necessitará de um formulário A1, que substituiu o formulário E101. Este formulário prova que continua (e também aquelas pessoas a seu cargo) coberto pelo sistema de segurança social do país de origem enquanto estiver no estrangeiro, durante um período máximo de dois anos.    
Deverá poder apresentar o formulário A1 às autoridades em qualquer momento durante a sua estadia no estrangeiro. Caso contrário, poderá ter de pagar os descontos da segurança social no país de acolhimento. Se for controlado e apresentar um formulário A1 válido, o país de acolhimento é obrigado a reconhecê-lo. Poderá ter de preencher uma declaração prévia na qual exponha a sua intenção de trabalhar no país de acolhimento. Se for trabalhador por conta de outrem, essa declaração é da responsabilidade do seu empregador. 
Se vai ficar a trabalhar no estrangeiro mais de dois anos, pode solicitar uma isenção para continuar coberto pelo sistema de segurança social do país de origem durante todo o período de destacamento. Estas isenções, que variam dependendo de cada caso, exigem o acordo das autoridades competentes dos países em questão e só são válidas por um período predefinido. Se não se beneficia de uma isenção, só pode manter a cobertura de segurança social do país de origem durante dois anos. No final desse período, poderá continuar a trabalhar no estrangeiro, mas terá de mudar para o sistema de segurança social do país de acolhimento e fazer os seus descontos nesse país.
Em caso de ir trabalhar por conta de outrem, o seu empregador é obrigado a respeitar as regras básicas em matéria de proteção de trabalhadores assalariados durante todo o destacamento, nomeadamente no que se refere aos seguintes aspetos: salário mínimo (a sua remuneração não pode ser inferior ao salário mínimo local), períodos máximos de trabalho e períodos mínimos de repouso, número de horas de trabalho (não pode trabalhar mais de um certo número de horas), férias anuais remuneradas mínimas (tem direito a férias), saúde e segurança no trabalho. Há ainda proteção no emprego para grávidas e jovens e a proibição do trabalho infantil. 

 Biliografia:  

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Trabalhar em Portugal, uma opção para os médicos galegos





A APSEP (Associação de Profissionais da Saúde Espanhóis de Portugal) publicava em 2007 uns dados que mostravam que cerca de 3.000 médicos de Saúde pública portuguesa eram espanhóis, dos quais 1.200 eram galegos. O maior fluxo de pessoal produziu-se entre os anos 1998 e 2004, e teve a ver com as dificuldades de acesso ao trabalho e formação que existem para os médicos na Espanha. Em 1999, uma empresa galega, a Cosaga, começou mesmo a administrar clínica e financeiramente o hospital trasmontano de Valpaços. 
Hoje em dia, e apesar de as condições não serem tão favoráveis como há dez anos, muitos médicos continuam a preferir o sistema português, e ainda há uns 700 médicos galegos trabalhando no país luso, a maior parte dos quais continua a viver na Galiza e cruza a fronteira todos os dias. Os profissionais de Saúde são unânimes em afirmar que Portugal, não obstante pagar menos aos médicos do que a Espanha (uns 1000 euros concretamente), oferece ao pessoal médico melhores condições de trabalho. A possibilidade de aceder a uma vaga fixa com um contrato indefinido atrai muito médicos espanhóis, que têm de enfrentar a instabilidade do sistema espanhol, onde a maioria dos contratos são temporários. 
Enquanto o sistema de Saúde espanhol está saturado e não oferece  vagas suficientes, no português ocorre o caso oposto: há lugares, como as povoações do Norte do país, ou as zonas do Algarve e o Alentejo, onde não se preenchem as vagas requeridas pelos Centros de Saúde. Segundo o presidente da associação (APSEP), o galego Xoán Gómez Vázquez, a falta de mobilidade dos médicos portugueses, que preferem trabalhar nas grandes cidades, é outro dos motivos para que não sejam cobertas todas as vagas. Os médicos portugueses também optam por emigrar para países como a Inglaterra ou a França onde os salários oferecidos são muito maiores que em Portugal.
A privatização da Saúde que se está a viver na Espanha não só está a afetar os médicos, mas também os estudantes de Medicina. Muitos deles encontram sérias dificuldades para se especializarem, uma vez que na Espanha quase não há vagas em determinadas especializações, tais como Pediatria ou Cirurgia Plástica, que são muito requisitadas e, portanto, decidem fazer a especialização em Portugal, onde sobram vagas. 
Contudo, Portugal tão pouco se salva da má situação que está a viver a Saúde. Desde a implementação das medidas de austeridade no ano 2011, as condições deixaram de ser tão favoráveis. A carga fiscal que o Governo português está a realizar por meio da Segurança Social e dos impostos, ou com medidas como a Taxa de Solidariedade, fez diminuir consideravelmente o número de médicos que cruzam a fronteira. Um exemplo disto é a falta de cobertura das últimas 115 vagas para médicos de família, oferecidas este ano pelo Governo português em povoações do Norte, das quais 35 vão ficar sem cobrir, e para as quais só se apresentaram 7 médicos espanhóis.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Recrutamento para lista de reserva de contínuos parlamentares (UE)

O Parlamento Europeu é um dos lugares mais cobiçados para trabalhar para quem estuda línguas. Várias vezes por ano surgem novos concursos para constituir listas que são depois usadas para recrutar novos funcionários. A Sílvia e da Sónia já descreveram aqui muito bem o processo de seleção dos candidatos. 
Neste momento, encontra-se aberto um concurso para o recrutamento de contínuos parlamentares. A descrição da função e os requisitos necessários para a candidatura podem ser vistos aqui. Se se sentem motivados para o processo de candidatura, apressem-se. O concurso está aberto até ao dia 27 de maio. Os registos para as candidaturas são feitos através da página do Serviço Europeu de Seleção de Pessoal (https://infoeuropa.eurocid.pt/registo/000064834/). 
Se não for desta, não desanimem e fiquem atentos às novidades da página Trabalhar na União Europeia ou da EU Careers. Há sempre vagas muito interessantes para vários organismos internacionais.
Boa sorte!


segunda-feira, 13 de abril de 2015

Trabalho na União Europeia (Grupo 4)


Neste artigo vamos escrever sobre o trabalho na União Europeia e as normativas que se devem seguir para poder trabalhar nela. Portanto, este artigo dirige-se às pessoas que estão interessadas em trabalhar num organismo da União Europeia, concretamente se quisessem ser funcionárixs. A normativa que regula o emprego na União Europeia estabelece uma série de critérios para selecionar os possíveis candidatxs para um posto de trabalho. O Serviço Europeu de Seleção de Pessoal encarrega-se de fazer uma entrevista e uma série de exames escritos e orais e, só depois destes procedimentos, x candidatx fica contratadx.
  
Importa dizer que xs funcionárixs da Comissão podem exercer múltiplas tarefas: desde administrar e coordenar as políticas económicas até desempenhar trabalhos relacionados com a informática, as bibliotecas, etc., ou desempenhar tarefas administrativas. Para poder trabalhar num dos organismos oficiais da UE, x candidatx tem que cumprir uma série de requerimentos requisitos. Em primeiro lugar, é necessário saber se cumpre os requisitos relativos à formação e experiência profissional. Depois disto, deve enviar o seu CV e uma carta de motivação ao organismo correspondente. Se não se encontrar nenhuma vaga que se adeque ao perfil desejado, pode-se também consultar a página EURES, que publica anúncios de trabalho em toda a União Europeia, não somente nos organismos oficiais, mas também em empresas privadas. 

Na candidatura é necessário especificar qual é a língua que normalmente x candidatx tem como primeira - a sua língua materna -, mas também pode ser outra que x candidatx domine (o mínimo requerido é um nível C1 de acordo com o Quadro Comum Europeu de Referência para as Línguas). Além disso, xs candidatxs têm de passar uns testes, os quais, geralmente, consistem numa defesa dum case study (estudo de caso), ou seja, uma atividade de grupo, uma entrevista organizada e uma apresentação oral. Estas provas podem fazer-se na segunda língua escolhida pelx candidatx, que poderá ser francês, alemão ou inglês. Porém, x candidatx terá que sempre que fazer uma série de testes no computador (Computer Based Tests) na sua primeira língua.

O primeiro grupo destes testes (raciocínio verbal, numérico e abstrato, etc.) realizar-se-á no país de origem; no caso de Portugal, na Universidade de Lisboa. Depois, x candidatx deve levar a sua identificação (BI ou cartão de cidadão) e a confirmação do EPSO (registo eletrónico de dados pessoais). Os centros de exames ficam em Bruxelas, portanto, a pessoa interessada receberá uma ajuda monetária para viajar até lá. Finalmente, ainda que x candidatx passe todos os testes com grande êxito, não é garantido um posto de trabalho. X candidatx fará parte de uma lista de espera e lá permenacerá por um ou mais anos até que a UE recorra a essx candidatx. 


Bibliografia: 
- Cintra, L. / Cunha, C. (1984). Nova Gramática do Português Contemporâneo. Lisboa: Sá da Costa. 
- Conjuga-me: Conjugação de verbos regulares e irregulares, [em linha] disponível em URL < http://www.conjuga-me.net/>. 
- Dicionário Priberam, [em linha] disponível em URL < http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx>. 
- Página web, URL <http://www.trabalharnauniaoeuropeia.eu/>. (Consultada a 3 de abril de 2015). 
- Página web, URL <https://ec.europa.eu/eures/page/homepage?lang=pt>. (Consultada o 31 de março de 2015).  

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Profissões inovadoras (Grupo 3)

Alba Díaz 
Cristina Piñón 

Dado que a sociedade avança a um ritmo espetacular graças à ciência e ao uso que se faz dela, não é de estranhar que alguns dos avanços tecnológicos de hoje em dia nos pareçam estranhos e ainda com pouca de investigação. Muitas das profissões da atualidade poderiam ter parecido completamente improváveis às gerações anteriores. Mas já existem mesmo, por exemplo,  viagens ao espaço, pelo que praticamente qualquer coisa é possível num futuro próximo. A Cristina e eu trazemos-vos duas propostas que, sem dúvida, seriam revolucionárias no mundo da medicina. 

Pela minha parte, uma das profissões que acho que seria uma rebelião para o futuro seria a de cirurgião da memória humana. A medicina avança a passos cada vez mais agigantados e a pouco a pouco se vão-se descobrindo tratamentos e curas para doenças que dantes se criam incuráveis. Com os anos, a mente humana perde muita da sua capacidade e com isso perde também a capacidade de reter muitas das nossas lembranças, o que é normal, porque o nosso cérebro funciona cada vez mais lento à medida que envelhecemos.  Mas outras vezes, a nossa memória falha por culpa de doenças como o Alzheimer, que acaba pouco a pouco com a identidade do indivíduo.Um cirurgião da memória não só ajudaria a tornar mais ampla a habitação das nossas lembranças, mas também iria assegurar que não as perderíamos ou esqueceríamos. Consistiria numa profissão em que o especialista precisaria ter conhecimentos de medicina, biotecnologia e biomedicina. Com a ajuda da nanomedicina e da nanotecnologia, o procedimento mais habitual seria o de implantar um chip no cérebro humano que permitiria aumentar e armazenar mais informação em nossa mente. Esse chip não poderia de jeito nenhum alterar o pensamento ou a forma de ser da pessoa tratada, pelo que teria de se garantir que só se ia utilizar para o armazenamento de dados. Funcionaria do mesmo modo que um chip utilizado hoje para a informática. 



Pela sua parte, a Cristina pensa que um trabalho que teria um desenvolvimento interessante seria o engenheiro de almas. Esta profissão seria do rama da medicina e estaria muito ligada à neurociência porque teríamos de compreender imensamente bem como é que trabalha o nosso cérebro para poder levá-la a cabo. Tratar-se-ia de um trabalho minucioso no qual o especialista faria correções das almas más para torná-las boas. Caso uma pessoa fosse um criminoso, um assassino ou um ladrão, um juiz ou uma autoridade correspondente poderia encaminhá-lo a um engenheiro de almas para se corrigir. Para este fim, usar-se-iam capacetes que registassem os pensamentos e as ideias das pessoas, isto é dizer, a sua personalidade. 

Uma vez encontrados estes dados, o engenheiro faria um reajuste personalizado e arranjaria os neurónios causadores dos comportamentos malignos mediante ondas e impulsos nervosos emitidos pelo capacete em apenas três horas. Como resultado, reduzir-se-iam os assassinatos, os roubos, os sequestros e muitas outras coisas que causam conflitos no mundo. Um outro uso deste capacete poderia ser o tratamento psicológico para toda aquela gente que sofra de traumas de quando eram crianças, traumas pela culpa dum acidente ou traumas causados por algum acontecimento que fizera com que esses doentes não pudessem ser felizes.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Profissões inovadoras (Grupo 4)


Neste artigo vamos escrever sobre algumas profissões do futuro.  Às vezes, quando as pessoas são chamadas para uma entrevista de trabalho, a primeira coisa em que pensam é no salário que vão ganhar. Por um lado, é lógico que esse seja um dos principais motivos para a pessoa escolher um emprego. Porém, o “prestígio” dos trabalhos vai mudando com o passar do tempo. Por exemplo, uma profissão que hoje em dia é muito bem remunerada, daqui a dez ou quinze anos pode não ter o mesmo êxito salarial. A seguir, vamos expor uma série de profissões que podem ter muito êxito no futuro. 

Em primeiro lugar estão as profissões relacionadas com o “agronegócio”. Este tipo de setor compreende as profissões relacionadas com a produção de alimentos. Tal e como diz o seu nome, neste setor agrupar-se-ão as máquinas agrícolas, os fertilizantes, etc. Há que pensar que vão ser necessários muitos alimentos devido ao aumento da população mundial. Então, é obvio que será uma boa oportunidade de emprego para xs Licenciadxs em Engenharia Agrícola e Engenharia de Alimentos. 

Muito próximos ao aumento da população mundial estarão os trabalhos relacionados com a educação: serão necessários Pedagogxs, Licenciadxs em Filologia e Ciências da Educação.

No ano 2016 vai acontecer um evento muito importante no Brasil: as Olimpíadas. Portanto, serão necessários profissionais do setor da construção. Esta será uma boa oportunidade para xs Licenciadxs em Engenharia Civil e Arquitetura.

Hoje em dia, já se apresentam projetos de trabalho muito interessantes em diversas áreas, mas possivelmente o projeto mais destacado seja o relacionado com o âmbito da Saúde. Os avanços tecnológicos fazem com que a nossa vida melhore notavelmente, conseguindo, assim, que as coisas que pareciam impossíveis no passado se possam realizar no presente. E o caso, por exemplo, das novas tecnologias aplicadas à Saúde. No ano passado, no Porto, teve lugar um congresso em que se mostravam os avanços científicos em diversas áreas da medicina e onde se puseram em contato estudantes e empreendedores, graças aos orçamentos que o Governo português disponibilizou à I+D (Investigação e Desenvolvimento). Nesse congresso foram apresentados aspetos muito atraentes e ambiciosos em áreas como a Oncologia ou a Neurocirurgia, mas também foram mostrados aparelhos relacionados com a reabilitação dos doentes, entre outros materiais.

No total, foram apresentados 34 projetos em fase de pre-produção, já que se encontram numa fase de espera até que alguém aposte no invento mostrado. De acordo com o que explicou um dos responsáveis do evento, José Correia, membro do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto (INESC- Porto), o objetivo final da exposição é identificar possíveis compradores que transformem os protótipos em produtos reais para a sua comercialização. Outro dos aspetos importantes destes eventos, para além de mostrar produtos inovadores relacionados com a Saúde, é demostrar que se pode obter uma maior comunicação entre as universidades e as empresas privadas (neste caso estamos a referir-nos à Universidade e ao Instituto Tecnológico do Porto) que são muito importantes para conhecer as ideias inovadoras dos estudantes.


Em conclusão, importa dizer que não são somente importantes as inovações tecnológicas ou científicas que são produzidas hoje em dia, mas também é importante ressaltar as ajudas que os governos oferecem ou não oferecem para que essas ideias se tornem numa realidade. No caso da Espanha, há muitos protestos a respeito disso, já que o governo não disponibiliza um orçamento suficiente para que os cientistas possam realizar o seu trabalho no país.



 Bibliografia: 
- Cintra, L. / Cunha, C. (1984). Nova Gramática do Português Contemporâneo. Lisboa: Sá da Costa. - Dicionário Priberam, [em linha] URL: < http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx>. 
- Conjuga-me: conjugação de verbos regulares e irregulares, [em linha] URL: < http://www.conjuga-me.net/>. 
- Página web URL: < http://vestibular.universia.com.br/o-que-estudar/profissoes-do-futuro/> (Consultada o 31 de março de 2015). 
 - Página web “Investigadores portugueses mostram projetos com tecnologia inovadora para a saúde”, URL: < http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/investigadores-portugueses-mostram-projetos-com-tecnologia-inovadora-para-a-saude> (Consultada a 9 de abril de 2015).

terça-feira, 31 de março de 2015

Juventude

Por:
Alba Díaz
Cristina Piñón

Imagem: http://jetcart.tuningblog.com.br/20196/Juventude-atual/

As gerações mudam com o tempo. É inevitável. Os jovens das gerações atuais já não são como as gerações dos anos 70 e 80. Naqueles tempos, as crianças viam a tv e jogavam na rua. Hoje em dia, os jovens já não fazem essas coisas, agora jogam no computador jogos online com os amigos que estão do outro lado do ecrã e não vivem sem os seus telemóveis.
Infelizmente, isto faz com que muitos deles não tirem boas notas na escola e fiquem sem nenhuma formação para o futuro. Mas o problema aumenta quando vemos nos jornais que aqueles que tiraram um curso e possuem experiência estão desempregados também, já que este facto desmotiva as gerações mais novas.
Hoje em dia não há empregos e os que existem exigem anos de experiência excessivos. Mas são dois os problemas principais: as empresas não querem gente mais velha para continuar a trabalhar com eles, mas também não querem gente jovem sem experiência laboral. Portanto, em muitos casos, as gerações atuais assinam contratos para fazerem estágios em empresas que em muitos casos nem sequer são remunerados.
Tudo parece estar num círculo vicioso, pois a falta de formação e de experiência profissional traz consigo problemas que quase não têm solução. Hoje em dia a experiência laboral é um requisito indispensável para te contratarem numa empresa. Mas o problema é que os jovens não têm experiência de trabalho porque não são contratados precisamente por essa razão. Se nunca são contratados, não podem ganhar essa aprendizagem laboral tão necessária.
Consequentemente, as novas gerações encontram-se no desemprego, que aumenta dia atrás dia. Produz-se, então, um movimento em cadeia: há menos trabalho, a gente gasta menos dinheiro, tem menos capital para viver e isto faz com que aumente a crise económica.
Os jovens que atualmente finalizam os seus estudos universitários encontram-se com este problema, e não conseguem trabalhar naquilo que gostam e para o que foram formados. Ainda que o governo de todos os países tenha tentado ajudar, lançando iniciativas de apoio ao trabalho para os jovens sem emprego, as mudanças não foram visíveis. Por isso, muitos destes jovens consideram a imigração uma possibilidade aberta que não hesitam em experimentar. 
Aqueles que, porém, preferem ficar no país, não têm outra solução a não ser viver em casa de seus pais indefinidamente, visto que não se podem emancipar.
A seguir, deixamos algumas ligações que podem considerar interessantes:

• http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/1455.pdf

• http://www2.metodista.br/outraspalavras/geracoes.htm