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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Novas tecnologias e juventude

Assim que a Internet apareceu, começou a redefinir as formas de as pessoas se expressarem, pensarem, memorizarem, namorarem, educarem, etc. Os jovens têm já algums perfis profundamente “virtuais” porque eles aceitam uma virtualização cada vez maior da vida. No mundo moderno, quase todos os campos da vida como a saúde, alimentação, mobilidade ou lazer, ficam cada vez mais a cargo das novas tecnologias, que prometem trazer-nos conforto e felicidade. A juventude está imersa no uso dos aparelhos digitais contemporâneos e, por tanto, ao interagirem com o mundo virtual, acabam construindo um sentimento de autonomia e de identidade, mas que também conduz à dependência e à solidão.

Há poucas décadas, apenas a rádio e a televisão constituiam os ambientes mais tecnológicos; hoje são as diversas máquinas digitais que apreendem e “ativam” as interações sociais em um novo mundo de comunicação. Mas isto também traz aspetos negativos já que os jovens, que estão plenamente absorvidos nas interações e aprendizados tecnológicos, ficam com pouco tempo para pensar no sentido disto para as suas vidas.

Por um lado, as novas tecnologias não apenas tornam a vida mais fácil, mas também produzem mudanças nos costumes e nos hábitos sociais. O seu uso compulsivo pode provocar patologias relativamente novas, como ficar dependente do telemóvel ou da Internet, ou outras como déficit de atenção, stress, isolamento social, abusos e distanciamento da realidade. Devido ao anonimato e ao facto de ser um meio de comunicação instantânea entre pessoas de vários grupos, a Internet pode tornar-se uma ameaça. Da mesma forma que a Internet é usada para discutir temas importantes na sociedade, aproximando opiniões de pessoas distantes, também reflete o trabalho de pessoas com motivação ilegal ou criminosa.


Fonte: pinterest.com
Por outro lado, o uso da Internet pelos jovens também traz aspetos positivos. Sem a Internet, um jovem nunca poderia pesquisar trabalhos nem muito menos partilhar ideias com os colegas por mensagens instantâneas, algo muito positivo em caso de querer realizar um trabalho ou estudar em conjunto. Um jovem também vê na Internet uma forma de entretenimento, como por exemplo ver vídeos ou baixar livros. Além disso, o telemóvel é hoje a principal meio portátil usada pela juventude por caracterizar-se como uma ferramenta apropriada para a produção de conteúdo multimédia. Com o telemóvel, os jovens estão-se transformando em produtores e distribuidores de conteúdos multimédia para grupos e redes. Isto é devido a que o telemóvel, com sua alta mobilidade e portabilidade, é capaz de ser multifuncional em áudio e vídeo, permitindo à juventude assumir uma postura ativa, participando como agente transformador e construtor da realidade, sendo fonte, recebedor e transmissor simultaneamente.

Em conclusão, a Internet, como qualquer outra coisa na vida, tem as suas vantagens e desvantagens; pode ser como uma autêntica droga ou como uma autêntica lufada de ar fresco. Os jovens de hoje estão expostos à tecnologia digital de uma maneira nunca antes vista e a tecnologia moderna pode-se tornar para eles uma componente invisível e, ao mesmo tempo, fundamental em as suas vidas.


terça-feira, 10 de maio de 2016

O novo e perigoso mundo da juventude

As redes sociais abriram um novo caminho dentro das relações pessoais e também muitas vantagens no que diz respeito às formas de comunicação. Não obstante, começa a produzir-se uma prática preocupante entre a juventude. Estamos a falar do acosso que estão a sofrer muitos jovens por parte de outros que se escondem detrás de perfis anónimos.
É verdade que as redes sociais estão melhorando a cada momento no tocante à segurança dos usuários. Porém, o número de casos de acosso e discriminação continua a aumentar. O que em muitas ocasiões começa na escola acaba por transcender a este mundo virtual sem que ninguém possa das uma solução. Apesar das diversas campanhas relacionadas com fazer um uso responsável destas redes, a mocidade continua sem se consciencializar. Acho que é tempo de nos preocuparmo deveras com este problema que nos afeta a todos.
Fonte: Google
Em primeiro lugar, creio que os primeiros que têm que intervir no assunto são os pais, pois devem criar os seus filhos numa educação baseada no respeito, na igualdade e na fraternidade pelos demais. E, também, devem ser os primeiros a castigar e condenar este tipo de comportamento negativo. É trabalho deles, mas também dos educadores. A escola deve inculcar uns valores aos alunos nos quais prevaleça a consideração pelos demais. Por outro lado, é necessário que os governos e as instituições se preocupem mais por estes temas, deixem de debater entre eles e lutem todos juntos na busca por uma solução radical e definitiva. É o momento de unirmos forças para conseguir uma sociedade mais digna na qual nenhum jovem tenha medo pelo simples facto de ligar o computador.
Em segundo lugar, não podemos esquecer-nos das consequências tão graves que provocam este tipo de comportamentos nas pessoas que o sofrem. O suicídio, é para muitos deles, o desenlace. A sua vida converte-se numa espiral de medo, ansiedade, solidão, tristeza, angústia... Por este motivo, devemos prestar atenção e denunciar qualquer tipo de indicio sobre este assunto. Em consequência com o dito anteriormente, considero que as penas por este tipo de delito deveriam de endurecer-se, castigando, assim, por mínimas que fossem, qualquer tipo de ameaças nas redes sociais.
Fonte: Google
Em resumo, os novos mundos e caminhos que se abrem ligando o computador podem ser perigosos. Não obstante, somos nós mesmos os responsáveis, pois devemos pensar nos demais antes de atuar e fazer uso das redes sociais. Além disso, devemos reclamar uma boa educação e uns castigos exemplares para pôr fim a um problema que nos concerne a todos como membros duma sociedade. “Remember always that you not only have the right to be an individual, you have an obligation to be one.


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A EMIGRAÇÃO EN PORTUGAL

Neste artigo falaremos sobre a migração em Potugal e a perda de população por diferentes fatores ao longo da história. A perda de colónias ou a guerra são alguns dos fatores de que falaremos.

Portugal é um país moderno, com uma população em rápido envelhecimento, igual a outros países europeus. Sua população é de 11 400 000, dividida em 20% menores de 15 anos, 60% entre 15 e 65 anos, e 20% com mais de 65 anos.

A maioria da população vive na costa e regiões do norte como Lisboa e Porto são as áreas mais povoadas do país. Isto acontece porque em meados do século XX a industrialização em Portugal gerou o abandono progressivo do campo, especialmente perto da fronteira com Espanha, trazendo a população para as cidades como as mencionadas acima. Estas cidades hoje, juntamente com outras, como Braga, Setúbal e Algarve, são fortes centros industriais e áreas turísticas.

Quanto à migração, Portugal é famosa pelo seu passado e pelas suas colónias ultramarinas. O colonialismo português durou até meados do século XX, com uma população de cerca de dois milhões de pessoas a viver fora do próprio país. É importante mencionar aqui o grande papel do Brasil, país de acolhimento de  uma grande parte da população. Na época da Segunda Guerra Mundial é também notável o número de português que se mudam para países como a França e a Alemanha. Estes emigrantes enviaram depois dinheiro para o país de origem, e isto foi um fator importante para Portugal. Esta migração foi muito importante para o país, já que a população de Portugal diminuiu. Esta situação mudou com o advento da democracia e a perda das colónias, gerando um aumento significativo na população portuguesa.

Em Portugal vivem atualmente perto de 450.000 imigrantes, cerca de 5% da população. Estes imigrantes vieram, em grande parte, das ex-colônias de Portugal. Depois que o país entra na União Europeia em 1986, o número de imigrantes continua a aumentar. Esta população imigrante concentra-se principalmente em áreas costeiras e nas grandes cidades.


terça-feira, 26 de maio de 2015

Procura trabalho na União Europeia?


Por: 
 Ares Cuba, Gabriel 
Cambeiro Vázquez, Sara 

Procura trabalho na União Europeia? Se é assim, pode ir trabalhar por um período curto noutro país da União Europeia (inferior a dois anos) e continuar coberto pelo sistema de segurança social do seu país de origem. Nesse caso, é considerado um trabalhador destacado. Não importa se é você trabalhador por conta de outrem ou se é você trabalhador por conta própria. 
Não necessita de ter uma autorização de trabalho, a não ser que seja destacado da Croácia para a Áustria ou a Alemanha, onde ainda há restrições em determinados setores. Em muitos casos, não precisa do reconhecimento das suas qualificações profissionais, mas noutros casos é preciso apresentar uma declaração escrita. Continuará a fazer descontos no seu país de origem e continuará coberto pela segurança social do seu país de origem. 
Porém, isto não significa que não deve seguir as normas nacionais do país de acolhimento. Quer dizer que poderá ter que pagar por serviços que no seu país de origem são de graça. Se deseja continuar com a cobertura de segurança social do seu país de origem, necessitará de um formulário A1, que substituiu o formulário E101. Este formulário prova que continua (e também aquelas pessoas a seu cargo) coberto pelo sistema de segurança social do país de origem enquanto estiver no estrangeiro, durante um período máximo de dois anos.    
Deverá poder apresentar o formulário A1 às autoridades em qualquer momento durante a sua estadia no estrangeiro. Caso contrário, poderá ter de pagar os descontos da segurança social no país de acolhimento. Se for controlado e apresentar um formulário A1 válido, o país de acolhimento é obrigado a reconhecê-lo. Poderá ter de preencher uma declaração prévia na qual exponha a sua intenção de trabalhar no país de acolhimento. Se for trabalhador por conta de outrem, essa declaração é da responsabilidade do seu empregador. 
Se vai ficar a trabalhar no estrangeiro mais de dois anos, pode solicitar uma isenção para continuar coberto pelo sistema de segurança social do país de origem durante todo o período de destacamento. Estas isenções, que variam dependendo de cada caso, exigem o acordo das autoridades competentes dos países em questão e só são válidas por um período predefinido. Se não se beneficia de uma isenção, só pode manter a cobertura de segurança social do país de origem durante dois anos. No final desse período, poderá continuar a trabalhar no estrangeiro, mas terá de mudar para o sistema de segurança social do país de acolhimento e fazer os seus descontos nesse país.
Em caso de ir trabalhar por conta de outrem, o seu empregador é obrigado a respeitar as regras básicas em matéria de proteção de trabalhadores assalariados durante todo o destacamento, nomeadamente no que se refere aos seguintes aspetos: salário mínimo (a sua remuneração não pode ser inferior ao salário mínimo local), períodos máximos de trabalho e períodos mínimos de repouso, número de horas de trabalho (não pode trabalhar mais de um certo número de horas), férias anuais remuneradas mínimas (tem direito a férias), saúde e segurança no trabalho. Há ainda proteção no emprego para grávidas e jovens e a proibição do trabalho infantil. 

 Biliografia:  

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Hábitos e modos de vida da juventude

"Ao encorajar as pessoas a conectar mais aparelhos, o que vai acontecer ao antigo contacto humano  de cara a cara?"
"Encontrei uma aplicação para isso ontem..."

Os hábitos de vida mudaram consideravelmente nos últimos tempos por causa da globalização e das mudanças que ela acarreta consigo. O século XXI veio carregado de novidades muito práticas para alguns, mas desconcertantes e desumanizadoras para outros. É que nem toda a gente está a favor de mudar os seus costumes por outros tão questionáveis como os costumes modernos, que parecem ser uma ajuda ao princípio, mas logo depois se convertem numa necessidade que pouco a pouco vai afastando a qualquer pessoa daquilo que de verdade importa na vida.
Uma maneira de perceber com claridade esta mudança que veio a acontecer nas últimas décadas é olhando as diferenças que há entre as pessoas mais velhas e os jovens. Hoje, poder-se-ia dizer que existe uma barreira quase intransitável entre avós e netos: nem um ancião compreende muito bem o que o seu neto faz, nem o rapaz ou rapariga sabe porque é que os seus avós falam dessa maneira. A principal causa disto é a diferença de valores, que é prova da enorme diferença que há entre a actualidade e a época que lhes tocou viver. Antes, os avós tinham que trabalhar desde de manhã até à noite para sustentar a família inteira, com menos recursos e muitas mais dificuldades. Não havia uma saúde tão boa, nem uma oferta de trabalho tão grande, nem era tão fácil obter as coisas necessárias para o dia-a-dia. Tampouco havia infra-estruturas de transporte tão desenvoltas, e só umas poucas pessoas tinham a possibilidade de estudar. 
Parece que agora vivemos muito mais seguros, com mais comodidades e o tempo livre é maior do que antigamente. O certo é que a segunda metade do século XX estabeleceu mudanças muito positivas para a melhoria das condições de vida da gente, por comparação com aquelas tão difíceis de antigamente. Mas o desenvolvimento acelerado das novas tecnologias que surgiram nos finais do século XX e começos do século XXI veio acentuar de uma maneira negativa esta diferença natural existente entre pessoas de diferentes gerações. Fenómenos como as redes sociais ou o whatsapp mudaram as relações entre pessoas até ao ponto de separar jovens de anciãos dentro de cada nação como se pertencessem a culturas diferentes, com diferentes línguas. 
Estas modernidades, embora sejam coisa da juventude, não resultam estranhas apenas aos olhos das pessoas mais velhas. Às vezes, são os próprios jovens que se surpreendem quando dão com uma nova invenção, criada para  uso recreativo ou para fazer a vida mais fácil do que já é. Isto é um sinal claro de que as tecnologias estão a ocupar mais espaço do que elas deveriam na vida das pessoas. Mas, quantos são aqueles que se sentem atraídos pela novidade e quantos são os que as desprezam? Que percentagem da juventude se limita a fazer uso de todos estes aparelhos sem refletir e quantos são aqueles que questionam o seu valor material e moral?
Acho que poucos são os que rejeitam por completo o uso destas tecnologias em comparação com aqueles que as usam sem pensar que talvez sejam vítimas delas e da sua desumanização. E não há muita gente que pense antes de comprar se vale a pena gastar dinheiro em aparelhos que custam mais do que manter uma família por meses para logo ficarem estes em desuso ou perderem o seu valor em muito pouco tempo. O tempo também deve ser considerado: às vezes ganhamos tempo, como quando escrevemos um trabalho no computador, para depois perder muito mais nas redes sociais. Há que apreender a dar o valor que cada coisa merece e isso pode-se conseguir refletindo e prestando alguma atenção aos conselhos dos anciãos. Eles sabem melhor do que nós o que em verdade é necessário e o que não o é, e que piores tempos podem voltar.
Thoreau, na sua obra intitulada Walden, falava das necessidades do ser humano e de como estas mudaram com o passar do tempo. Para explicá-lo mencionava uma história do naturalista Darwin, o qual contava que "em sua equipe os homens bem vestidos sentiam frio sentados junto a uma fogueira, enquanto os selvagens da Terra do Fogo que se encontravam nus à distância, para surpresa geral, "suavam em bica padecendo tal churrasco". A seguir, o escritor norte-americano fazia a seguinte reflexão: "será impossível combinar a resistência física dos selvagens com a intelectualidade dos civilizados?"

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Profissões inovadoras (Grupo 4)


Neste artigo vamos escrever sobre algumas profissões do futuro.  Às vezes, quando as pessoas são chamadas para uma entrevista de trabalho, a primeira coisa em que pensam é no salário que vão ganhar. Por um lado, é lógico que esse seja um dos principais motivos para a pessoa escolher um emprego. Porém, o “prestígio” dos trabalhos vai mudando com o passar do tempo. Por exemplo, uma profissão que hoje em dia é muito bem remunerada, daqui a dez ou quinze anos pode não ter o mesmo êxito salarial. A seguir, vamos expor uma série de profissões que podem ter muito êxito no futuro. 

Em primeiro lugar estão as profissões relacionadas com o “agronegócio”. Este tipo de setor compreende as profissões relacionadas com a produção de alimentos. Tal e como diz o seu nome, neste setor agrupar-se-ão as máquinas agrícolas, os fertilizantes, etc. Há que pensar que vão ser necessários muitos alimentos devido ao aumento da população mundial. Então, é obvio que será uma boa oportunidade de emprego para xs Licenciadxs em Engenharia Agrícola e Engenharia de Alimentos. 

Muito próximos ao aumento da população mundial estarão os trabalhos relacionados com a educação: serão necessários Pedagogxs, Licenciadxs em Filologia e Ciências da Educação.

No ano 2016 vai acontecer um evento muito importante no Brasil: as Olimpíadas. Portanto, serão necessários profissionais do setor da construção. Esta será uma boa oportunidade para xs Licenciadxs em Engenharia Civil e Arquitetura.

Hoje em dia, já se apresentam projetos de trabalho muito interessantes em diversas áreas, mas possivelmente o projeto mais destacado seja o relacionado com o âmbito da Saúde. Os avanços tecnológicos fazem com que a nossa vida melhore notavelmente, conseguindo, assim, que as coisas que pareciam impossíveis no passado se possam realizar no presente. E o caso, por exemplo, das novas tecnologias aplicadas à Saúde. No ano passado, no Porto, teve lugar um congresso em que se mostravam os avanços científicos em diversas áreas da medicina e onde se puseram em contato estudantes e empreendedores, graças aos orçamentos que o Governo português disponibilizou à I+D (Investigação e Desenvolvimento). Nesse congresso foram apresentados aspetos muito atraentes e ambiciosos em áreas como a Oncologia ou a Neurocirurgia, mas também foram mostrados aparelhos relacionados com a reabilitação dos doentes, entre outros materiais.

No total, foram apresentados 34 projetos em fase de pre-produção, já que se encontram numa fase de espera até que alguém aposte no invento mostrado. De acordo com o que explicou um dos responsáveis do evento, José Correia, membro do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto (INESC- Porto), o objetivo final da exposição é identificar possíveis compradores que transformem os protótipos em produtos reais para a sua comercialização. Outro dos aspetos importantes destes eventos, para além de mostrar produtos inovadores relacionados com a Saúde, é demostrar que se pode obter uma maior comunicação entre as universidades e as empresas privadas (neste caso estamos a referir-nos à Universidade e ao Instituto Tecnológico do Porto) que são muito importantes para conhecer as ideias inovadoras dos estudantes.


Em conclusão, importa dizer que não são somente importantes as inovações tecnológicas ou científicas que são produzidas hoje em dia, mas também é importante ressaltar as ajudas que os governos oferecem ou não oferecem para que essas ideias se tornem numa realidade. No caso da Espanha, há muitos protestos a respeito disso, já que o governo não disponibiliza um orçamento suficiente para que os cientistas possam realizar o seu trabalho no país.



 Bibliografia
- Cintra, L. / Cunha, C. (1984). Nova Gramática do Português Contemporâneo. Lisboa: Sá da Costa. - Dicionário Priberam, [em linha] URL: < http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx>. 
- Conjuga-me: conjugação de verbos regulares e irregulares, [em linha] URL: < http://www.conjuga-me.net/>. 
- Página web URL: < http://vestibular.universia.com.br/o-que-estudar/profissoes-do-futuro/> (Consultada o 31 de março de 2015). 
 - Página web “Investigadores portugueses mostram projetos com tecnologia inovadora para a saúde”, URL: < http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/investigadores-portugueses-mostram-projetos-com-tecnologia-inovadora-para-a-saude> (Consultada a 9 de abril de 2015).

terça-feira, 31 de março de 2015

Juventude

Por:
Alba Díaz
Cristina Piñón

Imagem: http://jetcart.tuningblog.com.br/20196/Juventude-atual/

As gerações mudam com o tempo. É inevitável. Os jovens das gerações atuais já não são como as gerações dos anos 70 e 80. Naqueles tempos, as crianças viam a tv e jogavam na rua. Hoje em dia, os jovens já não fazem essas coisas, agora jogam no computador jogos online com os amigos que estão do outro lado do ecrã e não vivem sem os seus telemóveis.
Infelizmente, isto faz com que muitos deles não tirem boas notas na escola e fiquem sem nenhuma formação para o futuro. Mas o problema aumenta quando vemos nos jornais que aqueles que tiraram um curso e possuem experiência estão desempregados também, já que este facto desmotiva as gerações mais novas.
Hoje em dia não há empregos e os que existem exigem anos de experiência excessivos. Mas são dois os problemas principais: as empresas não querem gente mais velha para continuar a trabalhar com eles, mas também não querem gente jovem sem experiência laboral. Portanto, em muitos casos, as gerações atuais assinam contratos para fazerem estágios em empresas que em muitos casos nem sequer são remunerados.
Tudo parece estar num círculo vicioso, pois a falta de formação e de experiência profissional traz consigo problemas que quase não têm solução. Hoje em dia a experiência laboral é um requisito indispensável para te contratarem numa empresa. Mas o problema é que os jovens não têm experiência de trabalho porque não são contratados precisamente por essa razão. Se nunca são contratados, não podem ganhar essa aprendizagem laboral tão necessária.
Consequentemente, as novas gerações encontram-se no desemprego, que aumenta dia atrás dia. Produz-se, então, um movimento em cadeia: há menos trabalho, a gente gasta menos dinheiro, tem menos capital para viver e isto faz com que aumente a crise económica.
Os jovens que atualmente finalizam os seus estudos universitários encontram-se com este problema, e não conseguem trabalhar naquilo que gostam e para o que foram formados. Ainda que o governo de todos os países tenha tentado ajudar, lançando iniciativas de apoio ao trabalho para os jovens sem emprego, as mudanças não foram visíveis. Por isso, muitos destes jovens consideram a imigração uma possibilidade aberta que não hesitam em experimentar. 
Aqueles que, porém, preferem ficar no país, não têm outra solução a não ser viver em casa de seus pais indefinidamente, visto que não se podem emancipar.
A seguir, deixamos algumas ligações que podem considerar interessantes:

http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/1455.pdf

http://www2.metodista.br/outraspalavras/geracoes.htm

Hábitos e modos de vida da juventude (grupo 2)


Por:

Gabriel Ares Cuba
Sara Cambeiro Vázquez


O tempo de lazer, dentro do tempo livre, define-se como o tempo que cumpre três condições. A primeira compõe-se de atividades que são livremente elegidas em relação com aos gostos da pessoa; a segunda implica um tempo que se caracteriza pela livre escolha e execução de atividades que satisfazem as necessidades pessoais; a terceira acarreta um tempo em que o objetivo é o descanso, a diversão, a criação e o desenvolvimento da pessoa.

Desta maneira, no tempo livre incluem-se as atividades culturais como a literatura, a música, o teatro e o cinema. Mas também as práticas de desporto, o voluntariado e as saídas noturnas. O lazer é um fator importante para o bem-estar dos jovens, ao mesmo tempo que diminui as probabilidades de caírem na delinquência.

Os estudos sobre o consumo de substâncias tóxicas são importantes porque estudam as mudanças químicas no cérebro. Estas mudanças têm grande relação com os lugares onde se consume e com as pessoas com quem o fazemos. Uma das razões que contribui para a formação dos hábitos de consumo relaciona-se com a necessidade de reduzir transtornos emocionais, o stress e os medos de enfrentar as mudanças meio. Isto tem como resultado a incapacidade da pessoa para evoluir emocionalmente.
Em relação ao sexo, estudos demonstram que as relações sexuais nas mulheres estão especialmente relacionadas com o amor e a afetividade, quer dizer que para a maioria das mulheres existe um forte vínculo entre amor, afetividade e sexualidade. Porém, os homens associam a sexualidade a uma relação física entre dois sexos e não existe uma relação direta com o amor ou com a afetividade.

Um dos motivos mais importantes para a atração interpessoal que forma as relações de amizade é a similitude. A interação com indivíduos afins é uma fonte de gratificação, já que a similitude alenta favorece a aprovação do meio social em que se produz a amizade e favorece a aceitação dos pares. As pessoas com atributos parecidos escolhem-se mutuamente de tal forma que a similitude precede a relação e em alguns casos é o motivo primordial para iniciar uma amizade.

A adolescência representa uma etapa onde os pares desempenham um papel significativo na vida dos jovens no âmbito social. Os estudos de relações encontram níveis de homogeneidade altos em fatores como sexo,  idade e etnia. No caso dos adolescentes, observa-se similitude de pares em rendimento académico e em atividades de tempo livre dentro e fora da escola. No caso do consumo de substâncias tóxicas, considera-se que as semelhanças são maiores no uso de drogas ilícitas e menor no caso de consumo de drogas legais, o que indica que a similitude aumenta quando os comportamentos não contam com a aprovação social, pelo que as atividades de consumo requerem um suporte dos pares.
Como conclusão, podemos dizer que o tempo de lazer dos jovens é aproveitado em diversas atividades. Todas estas atividades estão muito vinculadas à relação que temos com as pessoas que nos rodeiam.

Bibliografia:
<http://www.mineducacion.gov.co/cvn/1665/articles-340716_archivo_pdf.pdf>

sexta-feira, 20 de março de 2015

Hábitos e modos de vida da juventude (grupo 4)



Neste artigo vamos escrever sobre os hábitos e os modos de vida da juventude, centrando-nos principalmente no desemprego e nas suas consequências.

Em primeiro lugar, gostávamos de dizer que o conceito de “juventude” tem-se construído, como objeto de estudo, atendendo a distintas perspetivas: psicológicas, pedagógicas, sociológicas, etc. Os resultados de muitos estudos apontam para graves problemas nos os jovens, como o abuso de álcool e o consumo de drogas, o fracasso escolar, gravidezes não desejadas no caso das meninas, etc. Ou seja, uma série de problemas que afetam não somente os jovens, mas também pais e professores, portanto, são problemas que passam a ser parte da sociedade atual.


Por um lado, é preciso termos em conta a idade. De acordo com Lloret (1998), “ os anos nos têm e nos fazem crianças, jovens, adultos ou velhos, e pertencer a um grupo de idade significa ter que se adequar a um conjunto de coisas que podemos ou não fazer”. A idade é, portanto, somente um conjunto de anos que vamos juntando num processo linear, mas que determina expetativas e comportamentos. Além disso, é importante termos em conta as condições sociais em que vive a juventude. No que respeita ao desemprego, em Espanha há atualmente perto de 900 000 jovens desempregados, o que representa um passo para a frustração e o desânimo.

Importa dizer que não há muitas diferenças entre Espanha e Portugal no que respeita às taxas de desemprego. Segundo um estudo recente, Portugal é o segundo país da União Europeia com maior desemprego, depois de Espanha. O desemprego em Portugal alcança os 15 % e em Espanha os 23 %, aproximadamente. Estes dados estatísticos de desemprego não afetam apenas os adultos, mas também a juventude, já que destroem muitas ilusões que os jovens têm para com o futuro, como a independência económica ou a formação de uma família estável. O conflito muitas vezes é claro: as empresas buscam gente jovem muito qualificada e com experiência, e os jovens, em muitas ocasiões, não cumprem essas condições, pelo que se fecham muitas portas para eles. Para que a juventude não caia no desânimo, seria bom incentivar as empresas para que contratem gente nova. Segundo uma notícia recente, a UE tem previsto investir 6 000 milhões de euros até 2020 para reduzir o desemprego jovem.

Como conclusão, é importante destacar que é preciso que os agentes sociais e económicos façam um esforço para motivar aos jovens a continuarem a sua formação, quer estudando na universidade ou, no caso de não quererem, facilitar-lhes a sua inclusão no mercado de trabalho. É um objetivo muito complicado, mas é preciso garantir as mesmas oportunidades para a juventude, independentemente da sua condição económica ou social. Desta maneira, evitar-se-á que caiam na desesperança e, assim, podem, se quiserem, começar a construir o seu futuro tanto a nível profissional como pessoal.



Bibliografia:

- Cintra, L. / Cunha, C. (1984). Nova Gramática do Português Contemporâneo. Lisboa: Sá da Costa.

- Conjuga-me: Conjugação de verbos regulares e irregulares, [em linha] [disponível na Internet] URL: http://www.conjuga-me.net/.

- Dicionário Priberam, [em linha] [disponível na Internet] URL: http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx.

- Lloret, Caterina (1998). «As outras idades ou as idades do outro» In Jorge Larrosa e Nuria Pérez de Para (org.). (1998) Imagens do outro. Petrópolis: Vozes. [disponível na Internet] URL: http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3215902.