sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

O meio ambiente e a política

Neste artigo não vamos falar do modo de vida ecológico que devemos todos adotar para salvar o nosso planeta, já que cada um pode encontrar essas informações em qualquer lugar. O que nos interessa mais é a consciência internacional do problema. Exceto alguns “antiambientalistas”, admite-se que a responsabilidade dos humanos é inegável, assim como são inegáveis  também as consequências do aquecimento global para a humanidade e sobretudo para o planeta. A questão do ambiente é então internacional e os países não podem somente preocupar-se pelo seu território. Numerosas decisões foram tomadas a um nível internacional durante as últimas décadas para tentar encontrar soluções para o problema e a mais recente é a reunião de representantes de muitos países em Paris em dezembro de 2015 para a COP21. Para entender este acontecimento, vamos lembrar o historial das reuniões das organizações intergovernamentais para o ambiente e depois vamos apresentar os objetivos da COP21.
Em 1992 as Nações Unidas reuniram-se, no Rio de Janeiro, para uma primeira conferência sobre o meio ambiente e o desenvolvimento. Durante esta, quase todos os países do mundo assinaram a Convenção-Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas (CQNUAC ou UNFCCC em inglês). Os países que assinaram comprometeram-se a limitar as suas emissões de gases de efeito estufa (GEE), gases responsáveis pelo aquecimento global. Diferentes protocolos podem endurecer os limites, como o famoso protocolo de Quioto de 1997. Os países devem também reunir-se com frequência durante as Conferências das Partes (COP) para falar da situação e tomar novas medidas. Estas são soberanas, o que significa que são superiores às leis nacionais de cada país e que devem ser aplicadas por todos. Contudo, a CQNUAC tem dificuldades em impor-se. O exemplo mais significativo é a recusa dos EEUU para firmar assinar o protocolo de Quito, não obstante ser um dos países mais produtores de GEE no mundo. Além disso, nota-se pouco progresso na redução dos GEE desde 1992, apesar de esforços comuns. As mudanças são avaliadas de maneira constante pelos membros especializados do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC do inglês Intergovernmental Panel on Climate Change), outro órgão intergovernamental criado em 1988 no âmbito da ONU e possuidor do prêmio Nobel da paz de 2007. O seu papel é de sintetizar, para o melhor entendimento dos políticos e das populações, todas as informações científicas a respeito da mudança climática, dos seus impactos ambientais e socioeconómicos e das respostas possíveis ao problema.
Agora que conhecemos melhor os diferentes elementos que participam na tentativa de resolução da mudança climática, vamos falar da COP21, chamada assim por ser a 21a Conferência das Partes desde 1992, e que vai ter lugar em Paris. Tem diferentes objetivos para chegar a um novo plano coletivo que permitira estabilizar o aquecimento em menos de 2oC (a temperatura que os cientistas consideram como o limite antes de que os danos sejam irreversíveis). De momento, todas as medidas só permitem limitar o aquecimento aos 3oC e, então, a primeira parte da conferência vai consistir numa apresentação de cada país relativamente às suas medidas, para  partilhar ideias e melhorá-las. Num segundo tempo, tentarão propor soluções para as partes do mundo onde as consequências da mudança climática já são irreversíveis. O terceiro objetivo principal é  encontrar uma maneira de organizar as economias para que a partir do ano 2020 se mobilizem 100 bilhões de dólares por ano  para a resolução da questão climática. Paralelamente a estes acontecimentos políticos, acontecerão em Paris muitos eventos para sensibilizar as populações de maneira mais direita, como o evento “Solutions COP21” no Grand Palais que vai propor uma série de filmes, atividades, conferências, debates e exposições sobre as diferentes soluções para continuar a viver em respeito com a nossa terra.
O mundo intero parece ter consciência da necessidade de atuar rapidamente. No entanto já vimos a pouca eficiência das COP precedentes. De onde vem a incapacidade dos políticos para tomar decisões realmente fortes? Só podemos propor hipóteses, uma delas é bastante convincente: a carência de autonomia dos políticos. Eles têm tanto medo de não ser eleitos ou de não ser financiados por atores privados que não têm a coragem de atuar com força. Para eles, o que está em jogo é o seu lugar no xadrez geopolítico, não o estado do planeta. Se olharmos os mecenas da COP21 encontramos organismos como a Coca-Cola que são responsáveis por problemas muito importantes para o planeta. Acho que a única solução para chegar a umas decisões eficientes é separar o pensamento ambiental das ideologias políticas e financeiras. 

A identidade gastronómica de Portugal

Ainda que a comida possa parecer ser um elemento cultural muito importante, é sem dúvida essencial para a identidade duma comunidade, e isso em vários níveis. Vamos tentar vê-lo com o exemplo da importância cultural da gastronomia portuguesa.
Primeiro temos que compreender porque razão a gastronomia pode ser considerada um elemento cultural importante, até mesmo um elemento do património. Segundo a UNESCO, o patrimônio imaterial cultural é as práticas, as representações, as expressões, os conhecimentos e as capacidades transmitidas numa comunidade de geração em geração. Deve ser ao mesmo tempo tradicional e contemporâneo, ser capaz de integração, ser representativo duma comunidade e ser reconhecido por isso. É bastante evidente que a arte culinária responde a todos estes critérios. É uma prática mas também um conhecimento e uma capacidade que se transmite a cada geração, seja oralmente ou através de receitas escritas. Esta transmição é uma maneira de conservar uma tradição mas atualizando-a de cada vez, conferindo-lhe o seu caráter passado e contemporâneo. Demonstra capacidade de integração com os várias mudanças que efetua cada vez que aparecem novos alimentos ou com a adaptação de alguns pratos vindos de outros países. Para terminar com a generalização, temos que admitir que geralmente a comida  é  aceite pela sua comunidade porque  ela continua a fazê-la e a comê-la. A questão da representação que a comida é para a sua comunidade é mais complicada porque algumas culturas culinárias misturam-se tanto com outras que não podem ser consideradas própias de uma só comunidade,  mas comuns a várias. Acho que é nesta questão da representação que podemos verificar o elemento determinante que nos permite saber se uma comida é ou não um elemento cultural de uma comunidade. Então, qual é o caso da comida portuguesa?
Primeiro, a gastronomia portuguesa cumpre muito bem os dois critérios de tradição e de modernidade. Podemos comprová-lo com os menus dum restaurante  que propõe uma grande variedade de pratos compostos de bacalhau, uns vinhos próprios de Portugal, o uso importante do azeite, etc. Estes elementos tradicionais são atualizados por chefes como Avillez que, durante a Gastronomika 2015, fez pratos  “de memória” numa competição moderna . Quanto à integração, é tão importante na comida portuguesa que quase é um dos seus elementos próprios: com a colonização, foram importados alimentos do Brasil, da Ásia ou de África que foram integrados na cozinha local, nomeadamente o uso de especiarias, de feijão, de batata, que são agora produtos essenciais.
O caráter representativo da gastronomia aparece pelo comportamento dos que a praticam. A gastronomia não determina somente o que se come mas a maneira de viver dum grupo. Assim, a existência de numerosos nomes para o café em português é a prova da importância deste alimento. A existência de um termo para uma quinta refeição na noite demonstra um comportamento que não existe em todos os países. Mais a representação é sobretudo visível desde afora: se estrangeiros reconhecem a singularidade da comida portuguesa é porque deve ter algo de representativo. Efetivamente, notamos que um autor como o italiano Antonio Tabucchi celebra a comida portuguesa como única nos seus romances . A presença de restaurantes de comida portuguesa como A Casa Portuguesa  é também revelador de um reconhecimento internacional dessa comida.
Chegamos à pergunta do reconhecimento pelos próprios portugueses. Outra vez o simples fato de os portugueses continuarem transmitindo essa tradição é uma prova de que pelo menos a reconhecem como um elemento essencial do seu quotidiano. Outra prova é o lugar importante da gastronomia em fontes de informação como a página Wikipédia de Portugal  ou um sítio de turismo oficial de Portugal . Mostram que a sua gastronomia está reivindicada por Portugal como um elemento original e próprio da sua cultura.
Penso concluir nesta ideia de reivindicação. Mais que simplesmente reconhecê-la, Portugal reinvidica a sua gastronomia, tornando-a num elemento identitário e nacionalista. Assim têm organizado um Dia Nacional da Gastronomia para celebrar nacionalmente os seu patrimônio culinário, o último domingo de maio, como podemos ver neste artigo . Vou terminar com uma citação do chef português que participou na Gastronomika 2015 de San Sebastian (evento culinário internacional): “Estamos ao lado de Espanha, mas temos uma identidade própria”, afirmação clara e direita duma identidade determinada por uma singularidade culinária.


Geografia e etnografia de Portugal

Do ponto de vista da etnografia, Portugal e uma nação com maioria de população europeia, embora a cultura portuguesa esteja formada por muitos elementos de grupos humanos e culturas tão dispares como a celta, a romana e a moura. A religião majoritária é a cristã católica, e quase toda a população partilha uns elementos culturais comuns, como podem ser a língua portuguesa, a literatura popular e culta, o desporto (nomeadamente o futebol) e outros elementos mais indefiníveis como a saudade. Apesar de ser um povo relativamente uniforme, há pequenas diferenças culturais, linguísticas e etnográficas entre as regiões do Norte, do Centro e do Sul do país.
No tocante á geografia, Portugal também conta com diferenças entre o norte e o sul e entre o interior e a costa. A região do Norte e do Centro são mais montanhosas e com temperaturas mais temperadas, enquanto a do Sul tem temperaturas mais cálidas e um solo mais chão. Alem disso, achamos também diferenças linguísticas entre os dialetos do norte, mais próximos ao galego e os do sul, que tornaram para se considerarem como a “norma” linguística pelo poderio econômico e administrativo da cidade de Lisboa. Ademais, não podemos esquecer os arquipélagos de Madeira e de Açores, que também fazem parte do Estado.
Quanto á divisão administrativa, o país conta com muitas e complexas subdivisões que se baseiam em muito diversos fatores. Assim, de acordo com a Wikipédia, a divisão em províncias possui uma grande implantação entre a população embora tenham sido extintas do Estado com a constituição de 1976. Esta divisão em 11 províncias tem em conta elementos geográficos, especialmente os dous rios mais importantes de Portugal, o Douro e o Tejo. A estas províncias haveria que acrescentar-lhe Madeira e as Açores.
Desde meados da década de 1990 começou uma discussão sobre a Regionalização de Portugal em oito ou nove regiões, que incluiu propostas de diferentes governos para dividirem administrativamente o Estado e até um referendo que contou com escassa participação por causa da pouca e errada informação que o povo recebeu sobre o processo. A divisão, que ainda hoje não entrou em vigor, propunha oito regiões que, de norte a sul e de oeste a leste, seriam: Entre Douro e Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro, Beira Litoral, Beira Interior, Estremadura e Ribatejo, Lisboa e Setubal, Alentejo e, por fim, Algarve.

Contudo, compre termos em conta que as divisões políticas muito raramente são um reflexo de divisões culturais ou sociais. Portugal, no que a isto respeita, não é uma exceção. Assim, as divisões interiores (se calhar com a exceção da divisão Norte-Centro-Sul) não trazem consigo diferenças importantes entre a população do país. Do mesmo modo, a fronteira leste com a Espanha não implica uma diferença cultural extrema e imediata. Isto fica claro especialmente ao olharmos a fronteira norte com a Galiza, onde há um continuum cultural e linguístico que não se vê interrompido pelo Minho e que demonstra que as fronteiras são apenas, em muitos casos, um construto político.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A GEOGRAFIA DE PORTUGAL

Portugal é um estado localizado na Europa ocidental. A sua área continental está localizada na Península Ibérica. O país faz fronteira ao sul e oeste com o Oceano Atlântico por 1.793 quilómetros de costa. A leste e norte Portugal faz fronteira com Espanha.

Apesar do tamanho desta fronteira, Portugal não reconhece o espaço entre a fronteira do rio Caia e Cuncos desde a anexação do território de Olivença pelo reino de Espanha, em 1801. Esta área é reivindicada por Portugal, mas é oficialmente parte da província espanhola de Badajoz.


Portugal é dividido em dois por seu principal rio, o Tejo. O norte de Portugal tem uma paisagem montanhosa nas zonas do interior. No sul, as planícies permitem o desenvolvimento de áreas agrícolas férteis.

 Entre o Minho e o Douro pode ser encontrado, de oeste para leste, o Parque Nacional da Peneda-Gerês, na fronteira com a Cabeça de Meda (Cabeça de Meda, 1.316 m). Depois, encontramos a fronteira serra de Xurés / serra do Gerês e mais ao sul, sempre nesta área ao longo do rio Douro, está a serra da Cabreira e a sul de Bragança, a serra de Nogueira. Um pouco mais ao sul, em direção à fronteira espanhola, vemos a serra de Mogadouro.
Os picos mais altos do país estão na serra da Estrela, que não é senão uma serra que prorroga o Sistema Central espanhol. O ponto mais elevado é a Torre, na serra da Estrela, com 1993 metros de altitude. O monte Malhão alcança os 1991 m.

A sul do Tejo até ao Algarve, a paisagem é plana. As poucas montanhas são de baixa altitude. O monte mais alto, o Foia, tem uma altura de 902 metros. Há ainda áreas pantanosas como os vales mais baixos do Tejo e Sado.

A costa portuguesa é extensa e tem 943 km em Portugal continental, 667 km nos Açores e 250 km na Madeira e as Ilhas Selvagens. A costa portuguesa tem muitas praias e as praias do Algarve são uma das mais famosas do mundo.

Os principais recursos naturais de Portugal são: peixes, florestas e silvicultura, ferro, urânio, mármore, terras aráveis e a energia hidroelétrica.

As cidades mais importantes de Portugal são: Lisboa, Porto, Braga, Funchal, Coimbra, Aveiro, Guimarães e Viana do Castelo.

Portugal tem muitos visitantes por ano, é um país muito económico e podes saborear muita boa comida e muitos bons produtos feitos no país.

Etnografia de Portugal

A cultura de Portugal está enraizada na cultura latina da Roma antiga com influências celtas e semitas. Há muito tempo que Portugal está aberta para o mundo. Portugal recebeu pessoas de diferentes origens: Fenícios, Gregos, Cartagineses, Romanos (que deixaram a língua falada no país), povos nórdicos e povos de Mauritânia.

No final do século XIII, D. Dinis criou a primeira universidade em Portugal, uma das mais antigas da Europa.

Apesar de tantas misturas, este país é dos mais antigo da Europa. Portugal faz parte da União Europeia desde 1986, mas isso não impede de continuar construir as suas próprias forças.

A EMIGRAÇÃO EN PORTUGAL

Neste artigo falaremos sobre a migração em Potugal e a perda de população por diferentes fatores ao longo da história. A perda de colónias ou a guerra são alguns dos fatores de que falaremos.

Portugal é um país moderno, com uma população em rápido envelhecimento, igual a outros países europeus. Sua população é de 11 400 000, dividida em 20% menores de 15 anos, 60% entre 15 e 65 anos, e 20% com mais de 65 anos.

A maioria da população vive na costa e regiões do norte como Lisboa e Porto são as áreas mais povoadas do país. Isto acontece porque em meados do século XX a industrialização em Portugal gerou o abandono progressivo do campo, especialmente perto da fronteira com Espanha, trazendo a população para as cidades como as mencionadas acima. Estas cidades hoje, juntamente com outras, como Braga, Setúbal e Algarve, são fortes centros industriais e áreas turísticas.

Quanto à migração, Portugal é famosa pelo seu passado e pelas suas colónias ultramarinas. O colonialismo português durou até meados do século XX, com uma população de cerca de dois milhões de pessoas a viver fora do próprio país. É importante mencionar aqui o grande papel do Brasil, país de acolhimento de  uma grande parte da população. Na época da Segunda Guerra Mundial é também notável o número de português que se mudam para países como a França e a Alemanha. Estes emigrantes enviaram depois dinheiro para o país de origem, e isto foi um fator importante para Portugal. Esta migração foi muito importante para o país, já que a população de Portugal diminuiu. Esta situação mudou com o advento da democracia e a perda das colónias, gerando um aumento significativo na população portuguesa.

Em Portugal vivem atualmente perto de 450.000 imigrantes, cerca de 5% da população. Estes imigrantes vieram, em grande parte, das ex-colônias de Portugal. Depois que o país entra na União Europeia em 1986, o número de imigrantes continua a aumentar. Esta população imigrante concentra-se principalmente em áreas costeiras e nas grandes cidades.


A GASTRONOMIA EM PORTUGAL

Desde o bacalhau em mil e uma versões, aos pratos de marisco, passando pelos arrozes do norte, as cataplanas do Algarve ou os pastéis de Belém... a gastronomia de Portugal apresenta-se tão variada como antiga.

A gastronomia portuguesa pode enquadrar-se na chamada “cozinha mediterrânea”, localizada geograficamente na zona do Mediterrâneo, e baseada sobre tudo em três elementos: o pão, o vinho e o azeite. Como já mencionamos, existe uma grande variedade de pratos, sabores, texturas, cheiros… que podem dever-se, por exemplo, à influência das ex-colónias portuguesas da Ásia, África ou América, visto no seu uso de especiarias como o piri-piri, a pimenta ou a canela, entre muitas outras. Também é digno de mencionar que, apesar da catalogação como “cozinha mediterrânea”, na cozinha portuguesa o uso de lentilhas ou beringelas é escasso , ao contrário do que acontece noutros países.
Esta cozinha tem sabido preservar certamente as suas raízes e tradições com um plantel de comida proveniente do mar ou camponesa, por assim dizer, sempre dentro de uma cozinha caseira e tradicional.

Portugal é um país percorrido de norte a sul pela costa e é por isto que o peixe e o marisco sejam a base da sua alimentação. Entre seus ingredientes podemos destacar o uso de alho, ervas aromáticas como a salsa, o açafrão e inclusive o gengibre.

Uma vez sentados à mesa, prontos para comer, o típico no país luso é servir de entrada uma sopa, entre as quais se destacam o “caldo verde” (que tem couve picada finamente e batata) e a sopa de nabiças.

Depois da entrada, e já como pratos principais, a variedade é enorme, onde podem aparecer tanto carnes frequentemente acompanhadas por arroz, como peixe que costumam ir acompanhado por batatas cozidas. 

Mencionamos aqui os pratos mais característicos: sardinhas à na brasa; pratos guisados, como as caldeiradas ou cataplanas, de caráter são e nutritivo, entre os quais se destacam especialmente os de peixe ou marisco com arroz ou batatas, ainda que os guisados também possam ser de carne e inclusive de massa. De mencionar também o leitão, a costeleta de porco assada, sendo o porco uma das carnes mais comidas em Portugal.  O ingrediente por excelência nos pratos portugueses, o bacalhau, é um bacalhau curado e salgado que se pode cozinhar de mil e uma maneiras (frito, no forno, cozido…), como se disse no famoso programa de televisão espanhola (Masterchef): que em Portugal há uma receita de bacalhau diferente para a cada dia do ano. Destacamos que na zona do sul a gastronomia é a mais similar à mediterrânica, onde se destaca a cataplana de mariscos.
E já finalmente nas sobremesas, o prato por excelência são os chamados Pastéis de Belém, uns pequenos bolos de creme que se servem com canela. A sua receita é ainda hoje em dia secreta.

Bom proveito!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Meios de comunicação social portugueses

Neste artigo sobre os meios de comunicação em Portugal, vamos fazer um passeio pelos diferentes meios que podemos encontrar no país lusófono.
Começamos falando da televisão. Em Portugal a maioria das casas possui televisão por cabo, pois é muito barato, há muitos canais. Existem canais públicos que oferecem diferentes tipos de entretenimento, desde documentários até filmes ou programas do coração. Mas se queres aprender melhor o português recomenda-se que vejas alguns dos canais nacionais, pois é a maneira de conhecer melhor a língua portuguesa e a suas variações, pois é diferente a pronunciação, por exemplo, de Lisboa o e Porto. Os canais mais importantes de Portugal são: RTP 1 e RTP 2, SIC, TVI ou SIC notícias.
Outro meio de comunicação português é a rádio. Se gostas de ouvir a melhor música comercial do momento, podes sintonizar as frequências de rádio mais ouvidas en Portugal, além disso, é uma maneira de ouvir as notícias que acontecem no país, e também é uma maneira útil para aprender um pouco da língua. Os canais mais ouvidos en Portugal são: RFM, Orbital, Cidade FM, Mega Hits FM, Rádio Comercial, Rádio Capital, Rádio Renascença e Antena 1.
Se gostas de ler, o melhor é ler os jornais, pois é uma boa forma de praticar e melhorar o teu português através dos jornais. Por exemplo, se você apanhas o metro encontrarás em todas as estações do metro jornais diários gratuitos, como o Metro, que possuem a informação mais importante que acontece no país. Também há jornais pagos que poderás comprar nas bancas de jornais, como o Correio da Manhã, o Diário de Notícias ou o Público em Lisboa, ou se preferires,  e está no Porto, podes encontrar o Jornal de Notícias, O Jogo ou O Primeiro de Janeiro. Além de jornais, há também um grande número de revistas de todos os tipos e conteúdo como podem ser Euronoticias, O Cardo ou Imediato, entre muitas outras.

E como não poderia ser,  neste momento o grande meio de comunicação é a Internet. Na rede podemos encontrar televisão on-line, como jornais, revistas, estações de rádio... tudo hoje está informatizado. Alguns exemplos de estas páginas podem ser tvi24, Gazeta digital, etc. Dentro da internet também poderíamos incluir as redes sociais (twitter, facebook...) já que existem contas dos meios nestes campos.