sexta-feira, 13 de maio de 2016

Curiosidades da língua portuguesa



Curiosidade (português e galego), cuiriosidad (espanhol), ciekawostka (polaco), curiosity (inglês), curiosità (italiano), curiosité (francês), merak (turco)... Quem não é curios@? Todas as pessoas o são e provavelmente tu, que estás a ler isto, também, então continua lendo para aprender algumas coisas interessantes sobre a língua portuguesa e não fiques à vontade!
*        Sabias que a língua portuguesa é conhecida como a “língua de Camões”? Isto deve-se à obra mestra da literatura portuguesa Os Lusíadas escrita por Luís de Camões. Segundo a lenda, os portugueses descem do filho do deus Baco, Luso, que conquistou Lusitania (Portugal). A palavra lusíada significa “filhos do Luso” e Camões utilizou-a pela primeira vez em língua portuguesa. Assim, este nome coletivo refere-se ao povo português.
*        Muitas pessoas acham que o português, língua oficial cujos países falantes não fazem fronteira com outros países com a mesma língua, fala-se somente em Portugal e Brasil, mas também é falado em Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Timor Leste (Indonésia) e em povoamentos portugueses do S. XVI tais como: Zanzibar (Tanzânia), Macau (China), Malaca e Goa (Índia) sendo este último o único lugar onde esta língua sobrevive na sua forma original. Sim, o Império Português colonizou mais lugares, não só o Brasil!
*        Não é uma língua que está em decadência, não é um idioma minoritário. É falado por aproximadamente 250 milhões de habitantes do globo. É o sexto idioma mais falado e a terceira língua do alfabeto latino mais usada do mundo.
*        O português é um idioma emergente: o Brasil está a tornar-se numa poderosa potência económica mundial. Portanto, está a criar emprego e devido à sua proximidade com países hispanofalantes é certo que haverá procura de professores de espanhol. Por isso, não deverias deixar de estudar esta língua.
*        Provavelmente associas a palavra “carioca” com brasileiro. Pois esta associação não é correta: nem todos os brasileiros são cariocas. Carioca é o gentílico das pessoas nascidas no Rio de Janeiro.
*        O “portunhol” existe. É um dialeto nascido na Fronteira da Paz (norte de Uruguai e sul do Brasil). Como o seu próprio nome indica é a interferência entre a língua portuguesa e a espanhola.
*        Já sabemos que há diferenças entre o português de Portugal e do Brasil, mas a influência do Brasil é tão poderosa que ganhou mais peso na reforma ortográfica. Além disso, o Museou da Língua Portuguesa não está em Lisboa, está em São Paulo.
*        Algumas palavras do português são de origem indígena: pipoca, abacaxi... Outras provêm do inglês: time, bife, basquetebol... ou do francês: abajur, batom, bege, etc.
*        Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico é a palavra mais longa que existe no vocabulário português. O seu significado é: “estado de uma pessoa que sofre uma doença gerada por aspirar cinzas vulcânicas”.
*        Sabes qual é o dia Nacional da Língua Portuguesa? O 5 de maio passou a ser celebrado como o dia da língua portuguesa e da cultura dos países de fala portuguesa.
*        Há palavras com a sua versão em português que não se utilizam muito: caubói, drinque, rali, roque, tíquete, etc.
Agora já sabemos mais coisas com respeito deste idioma. Quando aprendemos uma língua é importante conhecer um bocadinho sobre a sua cultura, costumes e curiosidades que, talvez, nos encorajar a continuar estudando e, inclusive, a viajar para novos países sem medo de enfrentar  a língua..

Nós as três gostamos muito da música e achamos que uma boa maneira de começar a aprender ou continuar a aprender uma língua, neste caso o português, é através da música. Por isso, queremos recomendar-vos uma cantora brasileira chamada Luka. Ela é conhecida como “a Shakira da língua portuguesa”. Dai uma olhada! https://www.youtube.com/watch?v=sujxizY8ABw

google


Até à vista!

A Debora, a Iga e a María

Felicidade, sucesso e insucesso

    És feliz? Uma pergunta tão básica e ao mesmo tempo tão difícil de responder. Uma pergunta que sempre surpreende e não é fácil encontrar alguém que responderia sem pensar. Porquê? Uma das explicações possíveis pode ser que já mesmo definir a felicidade é um desafio. Para uns, é um estado permanente que está em nós apesar dos acontecimentos exteriores que vêm e passam. Para outros, a felicidade são só uns momentos breves, fugazes que ocorrem de vez em quando e que aparecem entre a tristeza e o simple dia a dia. Há também diversos fatores que contribuem para que nos consideremos felizes, que nos podem fazer felizes. São muitíssimas coisas. A família, o amor, o dinheiro, a saúde, os sonhos, o sucesso.
    Uns dos dicionários define o sucesso como “o que tem bom resultado, boas vendas ou muita popularidade1”. Certo, diz-se que um autor, escritor, músico ou ator alcançou o sucesso, passou a ser famoso, mas há também uma multidão de outros sucessos possíveis, como encontrar um bom trabalho, atingir os nossos objetivos, recuperar a saúde, conseguir estabilidade financeira, começar uma família, ou mais prosaicos, tais como emagrecer ou passar um exame. Há quem diga que um sucesso verdadeiro é quando cumprimos todas as nossas expetativas, por isso cada pessoa pode entender o sucesso duma maneira diferente. Contudo, o itinerário é quase sempre o mesmo e depende de duas coisas básicas: da sorte e da nossa atitude que pode até superar a má sorte. Como fazê-lo? Porquê falhamos com tanta frequência? Esta história pode ajudar-nos a explicá-lo:
   “Era uma vez um menino que gostava muito de ir ao circo, e o que lhe gostava mais de ver ali eram os elefantes. Um dia, quando já tinha terminado o espetáculo, o menino viu um elefante atado com uma corda fina a um pequeno toco de madeira cravado no chão. O menino ficou muito surpreendido porque pensou: <<Como é possível que um elefante tão grande não escape?>> e decidiu averiguá-lo. Perguntou a várias pessoas, mas ninguém sabia responder. Ao final, o vendedor de bilhetes disse: <<Olha, quando o elefante era pequeno tentava mil vezes quebrar a corda, mas não o conseguiu porque não teve a força suficiênte. Agora, mesmo sendo tão grande e quebrar a corda não ser para ele nenhum problema, não tenta, porque se lembra dos milhares de vezes que tentou e falhou.>>”
Fonte: http://evolucionconsciente.org/la-parabola-del-elefante-encadenado/ 
 
   Este conto mostra de um modo muito transparente o que é o insucesso. Às vezes, mesmo que comecemos a fazer algo com muita vontade, com muita intensidade, com muito esforço, não alcançamos o nosso objetivo e nos rendemos para sempre. No entanto, o verdadeiro sucesso consiste em não se render nunca, em ser coerente, em lutar pelos sonhos, em não se apegar ao passado, em desenvolver-se continuamente, em aprender dos fracasos, em viver o presente, em pensar positivamente, tendo sempre em conta que se somos felizes depende de nós, da nossa atitude, do nosso ver o mundo.
    Alcançar o sucesso passando pelos sucessos e insucessos pequenos e simplesmente ser feliz - isto é o que hoje vos desejamos!

A María, a Iga e a Debora

1 http://www.priberam.pt/dlpo/sucesso

terça-feira, 10 de maio de 2016

"Multado por dar de comer a pobres e cegos"

Nesta ocasião comentaremos um artigo que se publicou há umas semanas num jornal português. O dito artigo mostra como uma boa ação pode implicar um castigo. Nesta ocasião, ajudar seis pessoas carenciadas mais do que o acordado com a Segurança Social significa ser multado com 6300 euros.
Em primeiro lugar, considero uma injustiça multar um Centro Social por apoiar aqueles que verdadeiramente precisam. O dito Centro, junto com a Paróquia de S. Martinho das Moitas, está a realizar um trabalho que proporciona aos carenciados uma vida melhor. De acordo com o último estudo levado a cabo pela Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fame, Portugal conta com 390.900 pessoas carenciadas. Consequentemente, a atenção domiciliária é primordial para o desenvolvimento destas pessoas.
Em segundo lugar, em relação com o mencionado anteriormente, não acredito que a ajuda a um ser humano esteja condicionada por um acordo que exclui alguns que também necessitam. É verdade que o país lusófono arrasta uma crise desde 2011 que perdura até a atualidade; porém, creio que o governo deve garantir que toda a população possa desenvolver-se como pessoa e ter uma vida justa e digna. Além disso, os cidadãos têm a responsabilidade de assegurar que o governo se mantenha responsável e proteja os direitos humanos. É trabalho de todos conseguir uma vida mais satisfatória para eles. Se não somos capazes de consegui-lo, não poderemos falar duma sociedade justa e igualitária.
Por outro lado, é difícil crer que uma ação que proporciona ajuda possa ser multada. Porém, existem na sociedade outras “injustiças” que provêm de ótimas ações. Por exemplo, o fato de impedir uma ordem de despejo, na Espanha, ou dar comida aos pobres na rua, nos Estados Unidos, é considerado delito. É curioso como ajudar o próximo se está a converter numa “má” ação. Contudo, o pior é ver que as pessoas não se opõem a estes factos e que permitem que este tipo de coisas continuem a acontecer. Os direitos humanos estão a ser quebrados e acho que é o momento de nos mostrarmos mais críticos com os governantes que nos dirigem como povo, mas também com nós mesmos e com o que nos rodeia.
Para uma família ou para as pessoas que vivem isoladas tem de ser muito complicado observar como as ajudas não são suficientes para lhes proporcionarem a estabilidade que necessitam. Além disso, nas pessoas há uma sensação de que os prejudicados são sempre os mesmos, quer dizer, os que menos recursos têm são os que sofrem as piores consequências. Penso que essa sensação é real, pois não acredito que num país em crise os governantes continuem a cobrar o mesmo enquanto as subvenções para os carenciados se reduzem. Como dizia o conde de Mirabeau: “o governo não se fez para a comodidade e o prazer dos que governam”.
Em resumo, como expõe o artigo 25 da Declaração Universal dos Direitos do Homem, “toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente que lhe assegure a si e à sua família saúde e bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica, e ainda, aos serviços sociais necessários". Em resumo, considero que não é coerente castigar uma ação que está a garantir um direito fundamental das pessoas. Pelo contrário, creio que seria melhor reunirmos forças para lutar entre todos por uma sociedade justa e igualitária em que cada indivíduo se possa desenvolver como pessoa. Como dizia o político e escritor cubano José Martí: “ajudar a pessoa que necessita não é só parte do dever, mas da felicidade”.
Fonte: Flickr

Buscando a felicidade numa vida melhor

A migração interna, quer dizer, quando uma pessoa muda duma região para a outra mas dentro do próprio país em busca duma vida melhor, é uma realidade cada vez mais presente na Espanha. Desde 2008 a migração exterior e interior foi aumentando por causa da crise económica do país até a atualidade.
Na minha vila muitas pessoas decidiram migrar para as cidades, com a esperança de encontrar um trabalho que lhes proporcione estabilidade económica necessária para poder viver dignamente e poder desenvolver-se como pessoas. Porém, muitas vezes os resultados não foram os esperados. Talvez não imaginassem ou não pensassem que a maior parte dos trabalhos que oferecem as cidades requerem formação específica e, também, experiência prévia. Não obstante, alguns tiveram sorte, conseguiram um trabalho e puderam estabelecer-se na cidade. A vida melhor que procuravam estava a fazer-se realidade. É o caso duma amiga da minha mãe. Ela trabalhava numa loja de roupa mas, com a crise, a loja fechou e não tinha dinheiro suficiente para sobreviver. Então, decidiu viajar para a capital, Madrid, e buscar ali um futuro melhor. Lá foi contratada para trabalhar como advogada num gabinete, pois tinha feito a licenciatura ao mesmo tempo que trabalhava na loja. Deste modo, alcançou uma profissão reconhecida e pôde formar ali uma família.
Em contraposição, outras pessoas vieram à minha vila com a intenção de fugir da agonia e do alvoroço das cidades. Buscavam uma vida mais tranquila para as famílias e um novo meio em contato com a natureza, longe da poluição das urbes. Lembro-me duma família que começou uma nova etapa com os filhos; adoravam tudo o que antes não tinham: a calma, falar com as pessoas na rua, a cultura própria, os costumes, a natureza... Enfim, o modo de viver. O certo é que há uma visível diferença entre uma cidade como Barcelona e uma vila do centro de Galiza. Contudo, a adaptação deles foi muito rápida, e em pouco tempo, abriram um negócio de restaurantes que teve um considerável êxito entre os vizinhos. Os anos passaram e eles conseguiram formar uma vida afastada da cidade e, também, uma estabilidade económica num lugar que outros abandonavam pela mesma razão.
Em síntese, nestas situações observamos dois tipos de migração interior, do rural para a cidade e da cidade para o rural, com o mesmo objetivo, ou seja, buscar uma vida melhor. A diferença está no que cada pessoa considera como “vida melhor”. Não temos um sentir comum, isto é, uns buscam a felicidade e a estabilidade num meio saudável, fugindo do ruído e do stress da cidade e outros correm para as cidades tentando cumprir os seus sonhos. Não obstante, é verdade que em períodos complicados a urbe parece a opção mais apropriada para buscar um futuro, já que oferece multitude de oportunidades e serviços. Porém, considero que é ótimo ter estas duas variantes para que nenhuma zona fique sem habitantes. A vida nas vilas e aldeias, junto com os trabalhos na agricultura ou no comércio, são tão necessários como os que se realizam na cidade. Nem sempre onde há mais oportunidades é onde está a solução. “ A cidade maior está dentro da nossa mente”.
Fonte: Pinterest

O novo e perigoso mundo da juventude

As redes sociais abriram um novo caminho dentro das relações pessoais e também muitas vantagens no que diz respeito às formas de comunicação. Não obstante, começa a produzir-se uma prática preocupante entre a juventude. Estamos a falar do acosso que estão a sofrer muitos jovens por parte de outros que se escondem detrás de perfis anónimos.
É verdade que as redes sociais estão melhorando a cada momento no tocante à segurança dos usuários. Porém, o número de casos de acosso e discriminação continua a aumentar. O que em muitas ocasiões começa na escola acaba por transcender a este mundo virtual sem que ninguém possa das uma solução. Apesar das diversas campanhas relacionadas com fazer um uso responsável destas redes, a mocidade continua sem se consciencializar. Acho que é tempo de nos preocuparmo deveras com este problema que nos afeta a todos.
Fonte: Google
Em primeiro lugar, creio que os primeiros que têm que intervir no assunto são os pais, pois devem criar os seus filhos numa educação baseada no respeito, na igualdade e na fraternidade pelos demais. E, também, devem ser os primeiros a castigar e condenar este tipo de comportamento negativo. É trabalho deles, mas também dos educadores. A escola deve inculcar uns valores aos alunos nos quais prevaleça a consideração pelos demais. Por outro lado, é necessário que os governos e as instituições se preocupem mais por estes temas, deixem de debater entre eles e lutem todos juntos na busca por uma solução radical e definitiva. É o momento de unirmos forças para conseguir uma sociedade mais digna na qual nenhum jovem tenha medo pelo simples facto de ligar o computador.
Em segundo lugar, não podemos esquecer-nos das consequências tão graves que provocam este tipo de comportamentos nas pessoas que o sofrem. O suicídio, é para muitos deles, o desenlace. A sua vida converte-se numa espiral de medo, ansiedade, solidão, tristeza, angústia... Por este motivo, devemos prestar atenção e denunciar qualquer tipo de indicio sobre este assunto. Em consequência com o dito anteriormente, considero que as penas por este tipo de delito deveriam de endurecer-se, castigando, assim, por mínimas que fossem, qualquer tipo de ameaças nas redes sociais.
Fonte: Google
Em resumo, os novos mundos e caminhos que se abrem ligando o computador podem ser perigosos. Não obstante, somos nós mesmos os responsáveis, pois devemos pensar nos demais antes de atuar e fazer uso das redes sociais. Além disso, devemos reclamar uma boa educação e uns castigos exemplares para pôr fim a um problema que nos concerne a todos como membros duma sociedade. “Remember always that you not only have the right to be an individual, you have an obligation to be one.”


Existem mais desportos que o futebol


Na madrugada do passado dois de abril o desportista espanhol Javier Fernández conseguia alcançar a medalha de ouro no mundial de patinagem artística celebrado em Boston. Quando ninguém confiava na sua vitória, já que o japonês Yuzuru Hanyu ocupava a primeira posição com doze pontos de vantagem, o espanhol surpreendeu com uma exibição perfeita logrando, assim, o campeonato.
Fonte: RTVE
A seguir, tentaremos dar a conhecer este artista do patinagem mundial. Javier Fernández é um moço madrilenho nascido o 15 de abril de 1991. Apesar dos seus êxitos desportivos, dos que falaremos mais adiante, Javier manifesta que continua a sentir-se um moço humilde apaixonado pela sua cidade natal. Atualmente, mora em Toronto onde estuda e dá formação, motivo pelo qual sente saudade de estar tão longe da família e dos amigos. Entre os seus hobbies destacam-se jogar videojogos e o futebol (Real Madrid). Além disso, declara a sua admiração pelo tenista espanhol Rafael Nadal que considera um referente, pela sua luta e perseverança. Com respeito aos seus êxitos desportivos mais importantes, Fernández foi campeão europeu quatro vezes (2013, 2014, 2015, 2016), campeão mundial duas (2015, 2016) e várias vezes campeão de Espanha em diferentes categorias. Estamos a falar, provavelmente, do melhor patinador espanhol da história, ao qual só falta um título olímpico para completar o seu palmarés. Contudo, não parece suficiente para que o seu trabalho, esforço e dedicação sejam reconhecidos como merece.
No sábado, dois de abril, na Espanha disputava-se o jogo de futebol entre o Barça e o Real Madrid. Todos estamos de acordo com o fato de ser o evento desportivo com mais espectadores do mundo. Não obstante, é indigno que as telecomunicações dediquem mais tempo ao futebol, que ainda não se jogava, que à notícia do campeão do mundo de patinagem artística. Não imagino a cara de Javier Fernández vendo o pouco interesse que mostram pelo seu trabalho. Deve ser frustrante! Como se não fosse suficiente o pouco apoio institucional! A verdade é que não só ocorre esta situação com este desporto, muitos outros como a natação sincronizada, a ginástica rítmica, a esgrima...Em definitiva, todos os que não sejam o que chamam o desporto rei (futebol) sofrem o mesmo.
Considero que também nós somos os culpados deste tipo de situações, quer dizer, não somos capazes de valorizar o esforço e o trabalho que há detrás duma atuação perfeita como a que realizou o espanhol. Apesar de ser uma apaixonada do futebol, acho que, ainda que não seja o Messi nem o Cristiano Ronaldo, é um campeão do mundo do qual nos tínhamos que sentir orgulhosos. Por este motivo, desde este blogue quero felicitar Javier Fernández pela sua magnífica atuação e pela medalha de ouro alcançada. A modo de reflexão, gostaria de finalizar com uma declaração da ginasta espanhola Almudena Cid que diz: “Se a ginástica rítmica fosse fácil, chamar-se-ia futebol”.